{"id":911,"date":"2018-12-27T11:35:00","date_gmt":"2018-12-27T13:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/index.php\/2018\/12\/27\/as-normas-tecnicas-obrigatorias-para-um-brasil-com-mais-acessibilidade\/"},"modified":"2023-04-28T16:49:06","modified_gmt":"2023-04-28T19:49:06","slug":"as-normas-tecnicas-obrigatorias-para-um-brasil-com-mais-acessibilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/as-normas-tecnicas-obrigatorias-para-um-brasil-com-mais-acessibilidade\/","title":{"rendered":"As normas tecnicas obrigatorias para um Brasil com mais acessibilidade"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"posttitle\" style=\"margin: 4px 0px 0px; padding: 0px; outline: none; font-family: Merriweather, Georgia, serif; letter-spacing: -1px; line-height: 1.2; font-size: 1.75em; color: rgb(17, 17, 17);\">\n\t<strong><span style=\"color:#ff0000;\">As normas t&eacute;cnicas obrigat&oacute;rias para um Brasil com mais acessibilidade<\/span><\/strong><\/h1>\n<p><\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t<em style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\">As pessoas com defici&ecirc;ncia, seja de natureza f&iacute;sica ou mental, exigem cuidados especiais e t&ecirc;m direitos espec&iacute;ficos definidos em lei. A falta de acessibilidade em pr&eacute;dios p&uacute;blicos ou privados de uso coletivo e a n&atilde;o previs&atilde;o de vagas em concursos p&uacute;blicos s&atilde;o exemplos de casos em que cabe a interven&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico. Se no Brasil fossem cumpridas, obrigatoriamente, as normas t&eacute;cnicas sobre a acessibilidade, poder-se-ia incluir as pessoas com defici&ecirc;ncia na participa&ccedil;&atilde;o de atividades como o uso de produtos, servi&ccedil;os e informa&ccedil;&otilde;es, mais pr&eacute;dios com rampas de acesso para cadeira de rodas e banheiros adaptados para os deficientes.<\/em><\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"acessibilidade2\" class=\"wp-image-3447 alignleft\" data-attachment-id=\"3447\" data-comments-opened=\"1\" data-image-description=\"\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"acessibilidade2\" data-large-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade2.jpg?fit=507%2C360&amp;ssl=1\" data-medium-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade2.jpg?fit=300%2C213&amp;ssl=1\" data-orig-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade2.jpg?fit=507%2C360&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"507,360\" data-permalink=\"https:\/\/revistaadnormas.com.br\/2018\/12\/25\/as-normas-tecnicas-obrigatorias-para-um-brasil-com-mais-acessibilidade\/acessibilidade2\/\" height=\"283\" sizes=\"(max-width: 402px) 100vw, 402px\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade2.jpg?resize=402%2C285&amp;ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade2.jpg?w=507&amp;ssl=1 507w, https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade2.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w\" style=\"margin: 4px 16px 12px 4px; padding: 0px; outline: none; box-sizing: border-box; max-width: 100%; height: auto; float: left; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.2) 0px 0px 4px; border: 2px solid rgb(255, 255, 255);\" width=\"398\" \/>Hayrton Rodrigues do Prado Filho &ndash;<\/strong><\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tMais de um bilh&atilde;o de pessoas em todo o mundo vivem com alguma forma de defici&ecirc;ncia e destas quase 93 milh&otilde;es s&atilde;o crian&ccedil;as. No Brasil, sem muitas estat&iacute;sticas confi&aacute;veis, s&atilde;o mais de 45,6 milh&otilde;es de pessoas, o que representa quase 24% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira com algum tipo de defici&ecirc;ncia.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tAs sociedades percebem de forma distinta os tipos de defici&ecirc;ncia e a capacidade limitada de atores sociais e governamentais para acomodar as necessidades especiais, muitas vezes colocando-as &agrave; margem. As pessoas com defici&ecirc;ncia vivenciam desigualdades na sua vida di&aacute;ria e t&ecirc;m menos oportunidades de ter acesso a uma educa&ccedil;&atilde;o de qualidade e de se desenvolver em um ambiente inclusivo.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tRefletir sobre a quest&atilde;o dos direitos das pessoas com defici&ecirc;ncia significa discutir a cidadania e a democracia, igualdade social e respeito &agrave;s diferen&ccedil;as. Pensar a mesma quest&atilde;o no contexto brasileiro obriga a todos a uma s&eacute;rie de an&aacute;lises que envolvem justi&ccedil;a social e direitos humanos e levam a considerar as muitas e incont&aacute;veis imposi&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas e sociais que fazem dessa popula&ccedil;&atilde;o um exemplo de exclus&atilde;o social no pa&iacute;s.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tNa realidade, a cidadania usurpada das pessoas com defici&ecirc;ncia se inscreve entre os mais graves problemas sociais, mas n&atilde;o faz parte da consci&ecirc;ncia social brasileira. A vida da grande maioria dos milh&otilde;es de brasileiros com defici&ecirc;ncia est&aacute; marcada pelo preconceito e caracterizada pela falta de acesso a servi&ccedil;os de preven&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o, e falta de oportunidades de acesso ao mercado de trabalho.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA vida desses milh&otilde;es de brasileiros presos em suas defici&ecirc;ncias, sem possibilidade de serem seres humanos: cegos sem bengalas, amputados sem muletas, parapl&eacute;gicos sem cadeiras de rodas, surdos sem comunica&ccedil;&atilde;o, deficientes intelectuais totalmente isolados, etc., pode-se imaginar o tamanho do problema. O desrespeito aos direitos humanos da pessoa com defici&ecirc;ncia atinge mais do que os radicalmente exclu&iacute;dos pelos efeitos da mis&eacute;ria absoluta e torna todos iguais na discrimina&ccedil;&atilde;o causada pelo preconceito e pelo desconhecimento.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA exclus&atilde;o em que vive essa parte da popula&ccedil;&atilde;o brasileira come&ccedil;a pelo desrespeito ao direito civil b&aacute;sico de ir e vir, passa pelo desrespeito ao direito pol&iacute;tico de votar e de participar da vida pol&iacute;tica, e desemboca no desrespeito aos direitos sociais b&aacute;sicos de acesso &agrave; sa&uacute;de e &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, ao trabalho e ao lazer: n&atilde;o h&aacute; express&atilde;o mais violenta de n&atilde;o cidadania.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tNo fundo, a defici&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; sin&ocirc;nimo de doen&ccedil;a e, portanto, uma pessoa n&atilde;o pode ter sua vida prejudicada em raz&atilde;o de sua condi&ccedil;&atilde;o. A defici&ecirc;ncia pode ser considerada como um atributo do ser humano, como ser alto, baixo, gordo ou magro, sendo que as pessoas com defici&ecirc;ncia fazem parte dessa diversidade, com os mesmos direitos e deveres dos demais cidad&atilde;os.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tOs obst&aacute;culos que pessoas com defici&ecirc;ncia enfrentam no mercado de trabalho s&atilde;o tantos e de tamanha extens&atilde;o que come&ccedil;am antes mesmo de entrevistas de emprego. Os trabalhadores com algum tipo de defici&ecirc;ncia perdem alguma sele&ccedil;&atilde;o por problemas de acessibilidade. Os principais s&atilde;o cal&ccedil;adas inapropriadas, transporte n&atilde;o adaptado e falta de infraestrutura, como rampas e sem&aacute;foros inteligentes. Essas mesmas adversidades motivam pedidos de demiss&atilde;o, diariamente, de muitos profissionais com defici&ecirc;ncia.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tDe uma d&eacute;cada para c&aacute;, as empresas come&ccedil;aram a tomar mais cuidado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua imagem perante &agrave; sociedade e enxergaram a preocupa&ccedil;&atilde;o ligada &agrave;s pessoas com defici&ecirc;ncia como algo importante. Mas, mesmo com a Lei de Cotas, lei n&ordm; 8.213, de 24 de julho de 1991, que determina que as organiza&ccedil;&otilde;es com 100 ou mais empregados devem preencher de 2% a 5% dos seus cargos com benefici&aacute;rios reabilitados ou pessoas com defici&ecirc;ncia: at&eacute; 200 empregados &ndash; 2%; de 201 a 500 empregados &ndash; 3%; de 501 a 1000 empregados &ndash; 4%; de 1001 em diante &ndash; 5%, n&atilde;o h&aacute; muitas dessas pessoas exercendo suas fun&ccedil;&otilde;es profissionais pela limita&ccedil;&atilde;o de acessibilidade nas cidades brasileiras.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tConforme o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), h&aacute; 27 milh&otilde;es de pessoas com algum tipo de defici&ecirc;ncia na faixa et&aacute;ria tida como apta para trabalhar &ndash; de 15 a 59 anos. Isso apenas para mostrar como os dados estat&iacute;sticos no Brasil n&atilde;o batem. Assim sendo, &eacute; considerada pessoa com defici&ecirc;ncia a que se enquadra nas seguintes categorias:<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t&ndash; Defici&ecirc;ncia f&iacute;sica &ndash; altera&ccedil;&atilde;o completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da fun&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputa&ccedil;&atilde;o ou aus&ecirc;ncia de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade cong&ecirc;nita ou adquirida, exceto as deformidades est&eacute;ticas e as que n&atilde;o produzam dificuldades para o desempenho de fun&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t&ndash; Defici&ecirc;ncia auditiva &ndash; perda bilateral, parcial ou total, de 41 decib&eacute;is (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequ&ecirc;ncias de 500 Hz, 1.000 Hz, 2.000 Hz e 3.000 Hz.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t&ndash; Defici&ecirc;ncia visual &ndash; cegueira, na qual a acuidade visual &eacute; igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor corre&ccedil;&atilde;o &oacute;ptica; a baixa vis&atilde;o, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor corre&ccedil;&atilde;o &oacute;ptica; os casos nos quais a somat&oacute;ria da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60&ordm;; ou a ocorr&ecirc;ncia simult&acirc;nea de quaisquer das condi&ccedil;&otilde;es anteriores.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t&ndash; Defici&ecirc;ncia mental &ndash; funcionamento intelectual significativamente inferior &agrave; m&eacute;dia, com manifesta&ccedil;&atilde;o antes dos 18 anos e limita&ccedil;&otilde;es associadas a duas ou mais &aacute;reas de habilidades adaptativas, tais como: comunica&ccedil;&atilde;o; cuidado pessoal; habilidades sociais; utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos da comunidade; sa&uacute;de e seguran&ccedil;a; habilidades acad&ecirc;micas; lazer; e trabalho.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t&ndash; Defici&ecirc;ncia m&uacute;ltipla &ndash; associa&ccedil;&atilde;o de duas ou mais defici&ecirc;ncias.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tRecentemente, foi regulamentada a Lei Brasileira de Inclus&atilde;o (LBI) que faz refer&ecirc;ncia &agrave; acessibilidade nos apartamentos residenciais e condom&iacute;nios e concede um prazo de adapta&ccedil;&atilde;o de 18 meses. Todos os novos empreendimentos residenciais devem incorporar recursos de acessibilidade em todas as &aacute;reas de uso comum.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tJ&aacute; as unidades habitacionais devem ser adaptadas de acordo com a demanda do comprador. O decreto cont&eacute;m anexo que descreve uma s&eacute;rie de recomenda&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas para garantia da acessibilidade, todas de acordo com par&acirc;metros da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Normas T&eacute;cnicas (ABNT).<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tCada conjunto de adapta&ccedil;&otilde;es corresponde ao uso por pessoas com diferentes tipos de defici&ecirc;ncia. O decreto pro&iacute;be construtoras e incorporadoras de cobrar valores adicionais pelo servi&ccedil;o de adapta&ccedil;&atilde;o das moradias.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tO decreto regulamenta tamb&eacute;m a constru&ccedil;&atilde;o de vagas de garagem. Quando houver v&iacute;nculo entre as vagas e as unidades habitacionais, ser&aacute; necess&aacute;rio construir vagas sobressalentes que atendam ao recurso de acessibilidade, para permitir a troca caso o apartamento seja adquirido por pessoa com defici&ecirc;ncia. O texto foi o resultado de uma ampla negocia&ccedil;&atilde;o com associa&ccedil;&otilde;es da constru&ccedil;&atilde;o civil e das pessoas com defici&ecirc;ncia e foi objeto de uma consulta p&uacute;blica nacional e v&aacute;rias audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tPelo decreto, os empreendimentos de edifica&ccedil;&atilde;o de uso privado multifamiliar ser&atilde;o projetados com unidades adapt&aacute;veis, com condi&ccedil;&otilde;es de adapta&ccedil;&atilde;o dos ambientes para as caracter&iacute;sticas de unidade internamente acess&iacute;vel, observadas as especifica&ccedil;&otilde;es estabelecidas nos Anexos I e II do decreto. O adquirente do im&oacute;vel poder&aacute; solicitar, por escrito, a adapta&ccedil;&atilde;o razo&aacute;vel de sua unidade at&eacute; a data do in&iacute;cio da obra, para informar &agrave; construtora ou &agrave; incorporadora sobre os itens de sua escolha para instala&ccedil;&atilde;o na unidade adquirida; e os empreendimentos que adotarem sistema construtivo que n&atilde;o permita altera&ccedil;&otilde;es posteriores, tais como a alvenaria estrutural, paredes de concreto, impress&atilde;o 3D ou outros equivalentes, poder&atilde;o n&atilde;o atender &agrave;s obriga&ccedil;&otilde;es do item (I) desde que garantam o percentual m&iacute;nimo de 3% de unidades internamente acess&iacute;veis, n&atilde;o restritas ao pavimento t&eacute;rreo.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t&Eacute; vedada a cobran&ccedil;a de valores adicionais para a aquisi&ccedil;&atilde;o de unidades internamente acess&iacute;veis ou a adapta&ccedil;&atilde;o razo&aacute;vel da unidade aut&ocirc;noma, observado o percentual de 3% de unidades internamente acess&iacute;veis, n&atilde;o restritas ao pavimento t&eacute;rreo. O empreendimento dever&aacute; ter reserva de 2% das vagas de garagem ou estacionamento, vinculadas ao empreendimento, para uso comum, para ve&iacute;culos que transportem pessoa com defici&ecirc;ncia com comprometimento de mobilidade, sem preju&iacute;zo do disposto no art. 47 da Lei n&ordm; 13.146, de 2015.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tS&atilde;o exce&ccedil;&otilde;es ao cumprimento do decreto: edifica&ccedil;&otilde;es de uso privado multifamiliar cujo projeto tenha sido protocolado no &oacute;rg&atilde;o respons&aacute;vel pelo licenciamento anteriormente &agrave; data de entrada em vigor do decreto; unidades aut&ocirc;nomas com, no m&aacute;ximo, um dormit&oacute;rio e com &aacute;rea &uacute;til de, no m&aacute;ximo, 35 m&sup2;; unidades aut&ocirc;nomas com dois dormit&oacute;rios e com &aacute;rea &uacute;til de, no m&aacute;ximo, 41 m&sup2;; reforma e regulariza&ccedil;&atilde;o de edifica&ccedil;&atilde;o de uso privado multifamiliar, desde que a constru&ccedil;&atilde;o da edifica&ccedil;&atilde;o original a ser reformada ou regularizada tenha se iniciado anteriormente &agrave; data de entrada em vigor do decreto; reforma das unidades aut&ocirc;nomas das edifica&ccedil;&otilde;es de uso privado multifamiliar; e regulariza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria de interesse social, desde que o im&oacute;vel ou os n&uacute;cleos informais a serem regularizados tenha se iniciado anteriormente &agrave; data de entrada em vigor do decreto.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tQuanto &agrave; obrigatoriedade do cumprimento das normas t&eacute;cnicas de acessibilidade, pode-se dizer que a ABNT, dentro do contexto do Estado, &eacute; uma sociedade civil, sem fins lucrativos, que exerce uma fun&ccedil;&atilde;o delegada pelo Estado brasileiro como organismo de normaliza&ccedil;&atilde;o no Brasil. Nasceu como associa&ccedil;&atilde;o civil sem fins lucrativos, todavia, posteriormente foi declarada de utilidade p&uacute;blica por exercer fun&ccedil;&atilde;o delegada do Estado, por meio do Conselho Nacional de Metrologia, Normaliza&ccedil;&atilde;o e Qualidade Industrial (Conmetro).<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tIgualmente, o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor define como pr&aacute;tica abusiva e explicitamente vedada colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou servi&ccedil;o em desacordo com as normas da ABNT. A pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, por for&ccedil;a de dispositivo expresso na Lei de Licita&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas, se obriga &agrave; obedi&ecirc;ncia da norma brasileira (NBR). Assim, se ela &eacute; vinculante e se sua homologa&ccedil;&atilde;o est&aacute; afeta &agrave; ABNT, fica evidente que essa institui&ccedil;&atilde;o age como agente p&uacute;blico que &eacute;.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tOu seja, sujeitam seus gestores ao arcabou&ccedil;o de deveres dos demais agentes p&uacute;blicos. Reconhecendo o inteiro teor de um texto de norma brasileira como um documento normativo, uma vez que se trata de norma de padroniza&ccedil;&atilde;o brasileira, caberia aos administradores da entidade zelar para que seu conte&uacute;do n&atilde;o contivesse declara&ccedil;&atilde;o falsa de reserva de direitos autorais no intuito de prejudicar o direito do consumidor em dispor livremente do conte&uacute;do, criar obriga&ccedil;&atilde;o ilegal e ao mesmo tempo alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante &ndash; a inexist&ecirc;ncia de direitos autorais.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tAs normas t&eacute;cnicas brasileiras, que alcan&ccedil;am todo o territ&oacute;rio nacional e se imp&otilde;em aos &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos e privados por expressa disposi&ccedil;&atilde;o legal ou regulamentar, podem impor comportamentos &ndash; imperativas em seu cumprimento e acarretam, tamb&eacute;m por expressa determina&ccedil;&atilde;o legal ou regulamentar, em caso de descumprimento, a aplica&ccedil;&atilde;o de penalidades administrativas &ndash; e eventualmente at&eacute; de natureza criminal.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tAssim, as NBR s&atilde;o regras de conduta impositivas para os setores produtivos em geral, tendo em vista que, al&eacute;m de seu fundamento em lei ou atos regulamentares, tem em vista o cumprimento da fun&ccedil;&atilde;o estatal de disciplinar o mercado com vistas ao desenvolvimento nacional e &agrave; prote&ccedil;&atilde;o de direitos fundamentais tais como os direitos relativos &agrave; vida, &agrave; sa&uacute;de, &agrave; seguran&ccedil;a, ao meio ambiente.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA norma t&eacute;cnica brasileira tem uma natureza jur&iacute;dica, de car&aacute;ter secund&aacute;rio, impositiva de condutas porque fundada em atribui&ccedil;&atilde;o estatal, sempre que sinalizada para a limita&ccedil;&atilde;o ou restri&ccedil;&atilde;o de atividades para o fim de prote&ccedil;&atilde;o de direitos fundamentais e do desenvolvimento nacional, que s&atilde;o fun&ccedil;&otilde;es do Estado. Pode ser equiparada, por for&ccedil;a do documento que embasa sua expedi&ccedil;&atilde;o, &agrave; lei em sentido material, vez que obriga o seu cumprimento. Mesmo que muitas institui&ccedil;&otilde;es e especialistas afirmem o contr&aacute;rio. Mas, a Justi&ccedil;a brasileira vem reconhecendo isso como uma verdade fundamentada.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tO descumprimento das NBR legitimadas no ordenamento jur&iacute;dico brasileiro em (Lei 5.966\/73, Lei 9.933\/99 e em atos regulamentares transcritos) e em legisla&ccedil;&atilde;o especial (C&oacute;digo de Defesa do Consumidor &ndash; Lei 8.078\/1990 &ndash; e respectivo Decreto 2.181\/97), al&eacute;m de outras como a Lei 8.666\/93 (Lei das Licita&ccedil;&otilde;es), Leis Ambientais, Leis de sa&uacute;de p&uacute;blica e atos regulamentares, sujeita o infrator &agrave;s penalidades administrativas impostas em leis e regulamentos, sem preju&iacute;zo de san&ccedil;&otilde;es de natureza civil e criminal, tamb&eacute;m previstas em leis.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\">E como fazer para que as normas t&eacute;cnicas sejam cumpridas?<\/strong><\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA Constitui&ccedil;&atilde;o Federal prev&ecirc; uma s&eacute;rie de deveres por parte do Estado, os quais visam garantir a dignidade e qualidade de vida dos brasileiros. Como exigir tais direitos? Quem pode faz&ecirc;-lo? No caso da acessibilidade, os deficientes precisam garantir que o Estado forne&ccedil;a servi&ccedil;os fundamentais com o objetivo de assegurar uma qualidade m&iacute;nima de vida e dignidade &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. Esse &eacute; o objetivo do direito social, que engloba uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es e leis na defesa da igualdade social e que est&atilde;o previstas na Constitui&ccedil;&atilde;o Brasileira de 1988.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tO direito social trata de defender quest&otilde;es envolvendo direitos humanos e sociais, como os casos de seguran&ccedil;a, educa&ccedil;&atilde;o, moradia e sa&uacute;de, direito dos deficientes que s&atilde;o cidad&atilde;os como todos. Desse modo, sempre que uma pessoa ou grupo tiver um direito desrespeitado, pode recorrer ao Poder Judici&aacute;rio e reivindicar que a lei seja cumprida.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tIsso se aplica a atendimentos m&eacute;dicos por meio do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), acesso ao ensino p&uacute;blico, prote&ccedil;&atilde;o policial, quest&otilde;es da previd&ecirc;ncia social, como aposentadoria, pens&otilde;es, entre outros, e o cumprimento das normas t&eacute;cnicas quanto se tratar de quest&otilde;es como meio ambiente, &agrave; prote&ccedil;&atilde;o de direitos fundamentais tais como os direitos relativos &agrave; vida, &agrave; sa&uacute;de, &agrave; seguran&ccedil;a, ao meio ambiente e ao direito dos deficientes de ir e vir. O Estado envolve as tr&ecirc;s esferas: Uni&atilde;o, estados e munic&iacute;pios, os quais t&ecirc;m suas responsabilidades quando se fala em direito social.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tE como os deficientes podem exigir seus direitos? Sempre que a pessoa sentir que algum direito social est&aacute; sendo desrespeitado, pode fazer uma den&uacute;ncia no &oacute;rg&atilde;o respons&aacute;vel. Se a fam&iacute;lia tiver dificuldade em encontrar vagas para a crian&ccedil;a ou tiver a matr&iacute;cula recusada, por exemplo, pode buscar a Secretaria Municipal ou Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o, ou o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (MEC). Caso isso n&atilde;o seja suficiente, a pessoa pode buscar o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual ou Federal e fazer uma den&uacute;ncia da irregularidade. O &oacute;rg&atilde;o &eacute; respons&aacute;vel por verificar a poss&iacute;vel viola&ccedil;&atilde;o de direitos e tomar as medidas adequadas.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tE quais s&atilde;o os direitos sociais b&aacute;sicos? S&atilde;o aqueles que t&ecirc;m por objetivo garantir aos indiv&iacute;duos condi&ccedil;&otilde;es materiais tidas como imprescind&iacute;veis para o pleno gozo dos seus direitos, por isso tendem a exigir do Estado uma interven&ccedil;&atilde;o na ordem social que assegure os crit&eacute;rios de justi&ccedil;a distributiva. Assim diferentemente dos direitos a liberdade, se realizam por meio de atua&ccedil;&atilde;o estatal com a finalidade de diminuir as desigualdades sociais, por isso tendem a possuir um custo excessivamente alto e a se realizar em longo prazo.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tO artigo 6&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 se refere de maneira bastante gen&eacute;rica aos direitos sociais por excel&ecirc;ncia, como o direito a sa&uacute;de, ao trabalho, ao lazer entre outros. Partindo desse pressuposto os direitos sociais buscam a qualidade de vida dos indiv&iacute;duos, no entanto apesar de estarem interligados faz-se necess&aacute;rio, ressaltar e distinguir as diferen&ccedil;as entre direitos sociais e direitos individuais. Portando os direitos sociais, como dimens&atilde;o dos direitos fundamentais do homem, s&atilde;o presta&ccedil;&otilde;es positivas proporcionadas pelo Estado direta ou indiretamente, enunciadas em normas constitucionais, que possibilitam melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida aos mais fracos, direitos que tendem a realizar a equaliza&ccedil;&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es sociais desiguais, s&atilde;o, portanto, direitos que se ligam ao direito de igualdade.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA defensoria p&uacute;blica visa garantir o acesso &agrave; justi&ccedil;a pelas pessoas necessitadas, prestando assist&ecirc;ncia jur&iacute;dica integral e gratuita. Juntamente com Minist&eacute;rio P&uacute;blico, Advocacia P&uacute;blica e a Advocacia Privada, est&aacute; incumbida de prestar assist&ecirc;ncia jur&iacute;dica &agrave; popula&ccedil;&atilde;o carente. Deve prestar orienta&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica e defesa em todas as inst&acirc;ncias por meio de seus defensores p&uacute;blicos. No Brasil existe a defensoria p&uacute;blica federal da Uni&atilde;o e a defensoria p&uacute;blica dos estados, em n&iacute;vel estadual. Em S&atilde;o Paulo, h&aacute; um site para informa&ccedil;&otilde;es:&nbsp;<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\"><a href=\"https:\/\/www.defensoria.sp.def.br\/dpesp\/\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\">https:\/\/www.defensoria.sp.def.br\/dpesp\/<\/a><\/strong><\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tQuanto &agrave; acessibilidade, a&nbsp;<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\"><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/normas-tecnicas\/38801\/nbr9050-acessibilidade-a-edificacoes-mobiliario-espacos-e-equipamentos-urbanos\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\">NBR 9050 de 09\/2015 &ndash; Acessibilidade a edifica&ccedil;&otilde;es, mobili&aacute;rio, espa&ccedil;os e equipamentos urbanos<\/a><\/strong>&nbsp;estabelece crit&eacute;rios e par&acirc;metros t&eacute;cnicos a serem observados quanto ao projeto, constru&ccedil;&atilde;o, instala&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o do meio urbano e rural, e de edifica&ccedil;&otilde;es &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de acessibilidade. No estabelecimento desses crit&eacute;rios e par&acirc;metros t&eacute;cnicos foram consideradas diversas condi&ccedil;&otilde;es de mobilidade e de percep&ccedil;&atilde;o do ambiente, com ou sem a ajuda de aparelhos espec&iacute;ficos, como pr&oacute;teses, aparelhos de apoio, cadeiras de rodas, bengalas de rastreamento, sistemas assistivos de audi&ccedil;&atilde;o ou qualquer outro que venha a complementar necessidades individuais.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA norma visa proporcionar a utiliza&ccedil;&atilde;o de maneira aut&ocirc;noma, independente e segura do ambiente, edifica&ccedil;&otilde;es, mobili&aacute;rio, equipamentos urbanos e elementos &agrave; maior quantidade poss&iacute;vel de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limita&ccedil;&atilde;o de mobilidade ou percep&ccedil;&atilde;o. As &aacute;reas t&eacute;cnicas de servi&ccedil;o ou de acesso restrito, como casas de m&aacute;quinas, barriletes, passagem de uso t&eacute;cnico etc., n&atilde;o necessitam ser acess&iacute;veis.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tAs edifica&ccedil;&otilde;es residenciais multifamiliares, condom&iacute;nios e conjuntos habitacionais necessitam ser acess&iacute;veis em suas &aacute;reas de uso comum. As unidades aut&ocirc;nomas acess&iacute;veis s&atilde;o localizadas em rota acess&iacute;vel. Para serem considerados acess&iacute;veis, todos os espa&ccedil;os, edifica&ccedil;&otilde;es, mobili&aacute;rios e equipamentos urbanos que vierem a ser projetados, constru&iacute;dos, montados ou implantados, bem como as reformas e amplia&ccedil;&otilde;es de edifica&ccedil;&otilde;es e equipamentos urbanos, atendem ao disposto nesta norma.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tPara os par&acirc;metros antropom&eacute;tricos, para a determina&ccedil;&atilde;o das dimens&otilde;es referenciais, foram consideradas as medidas entre 5% a 95% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira, ou seja, os extremos correspondentes a mulheres de baixa estatura e homens de estatura elevada. A figura abaixo apresenta as dimens&otilde;es referenciais para deslocamento de pessoas em p&eacute;.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t<a href=\"https:\/\/i1.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade3.jpg?ssl=1\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"acessibilidade3\" class=\"alignnone size-full wp-image-3448\" data-attachment-id=\"3448\" data-comments-opened=\"1\" data-image-description=\"\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"acessibilidade3\" data-large-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade3.jpg?fit=660%2C1024&amp;ssl=1\" data-medium-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade3.jpg?fit=193%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade3.jpg?fit=727%2C1128&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"727,1128\" data-permalink=\"https:\/\/revistaadnormas.com.br\/2018\/12\/25\/as-normas-tecnicas-obrigatorias-para-um-brasil-com-mais-acessibilidade\/acessibilidade3\/\" height=\"1080\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" src=\"https:\/\/i1.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade3.jpg?resize=700%2C1086&amp;ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i1.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade3.jpg?w=727&amp;ssl=1 727w, https:\/\/i1.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade3.jpg?resize=193%2C300&amp;ssl=1 193w, https:\/\/i1.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade3.jpg?resize=660%2C1024&amp;ssl=1 660w, https:\/\/i1.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade3.jpg?resize=600%2C931&amp;ssl=1 600w\" style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; box-sizing: border-box; max-width: 100%; height: auto; border: 2px solid rgb(255, 255, 255); box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.2) 0px 0px 4px;\" width=\"696\" \/><\/a><\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tJ&aacute; a figura abaixo apresenta dimens&otilde;es referenciais para cadeiras de rodas manuais ou motorizadas, sem scooter (reboque). A largura m&iacute;nima frontal das cadeiras esportivas ou cambadas &eacute; de 1,00 m.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t<a href=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade4.jpg?ssl=1\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"acessibilidade4\" class=\"alignnone size-full wp-image-3449\" data-attachment-id=\"3449\" data-comments-opened=\"1\" data-image-description=\"\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"acessibilidade4\" data-large-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade4.jpg?fit=700%2C270&amp;ssl=1\" data-medium-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade4.jpg?fit=300%2C116&amp;ssl=1\" data-orig-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade4.jpg?fit=723%2C279&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"723,279\" data-permalink=\"https:\/\/revistaadnormas.com.br\/2018\/12\/25\/as-normas-tecnicas-obrigatorias-para-um-brasil-com-mais-acessibilidade\/acessibilidade4\/\" height=\"269\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade4.jpg?resize=700%2C270&amp;ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade4.jpg?w=723&amp;ssl=1 723w, https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade4.jpg?resize=300%2C116&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade4.jpg?resize=600%2C232&amp;ssl=1 600w\" style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; box-sizing: border-box; max-width: 100%; height: auto; border: 2px solid rgb(255, 255, 255); box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.2) 0px 0px 4px;\" width=\"696\" \/><\/a><\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tOs mobili&aacute;rios com altura entre 0,60 m at&eacute; 2,10 m do piso podem representar riscos para pessoas com defici&ecirc;ncias visuais, caso tenham sali&ecirc;ncias com mais de 0,10 m de profundidade. Quando da impossibilidade de um mobili&aacute;rio ser instalado fora da rota acess&iacute;vel, ele deve ser projetado com diferen&ccedil;a m&iacute;nima em valor de reflex&atilde;o da luz (LRV) de 30 pontos, em rela&ccedil;&atilde;o ao plano de fundo, conforme definido em 5.2.9.1.1, e ser detect&aacute;vel com bengala longa ou atender ao descrito em 5.4.6.3.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tDevem ser previstas prote&ccedil;&otilde;es laterais ao longo de rotas acess&iacute;veis, para impedir que pessoas sofram ferimentos em decorr&ecirc;ncia de quedas. Quando uma rota acess&iacute;vel, em n&iacute;vel ou inclinada, &eacute; delimitada em um ou ambos os lados por uma superf&iacute;cie que se incline para baixo com desn&iacute;vel igual ou inferior a 0,60 m, composta por plano inclinado com propor&ccedil;&otilde;es de inclina&ccedil;&atilde;o maior ou igual a 1:2, deve ser adotada uma das seguintes medidas de prote&ccedil;&atilde;o: implanta&ccedil;&atilde;o de uma margem lateral plana com pelo menos 0,60 m de largura antes do in&iacute;cio do trecho inclinado, com piso diferenciado quanto ao contraste t&aacute;til e visual de no m&iacute;nimo 30 pontos, aferidos pelo valor da luz refletida (LRV); ou prote&ccedil;&atilde;o vertical de no m&iacute;nimo 0,15 m de altura, com a superf&iacute;cie de topo com contraste visual de no m&iacute;nimo 30 pontos, medidos em LRV.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tQuando rotas acess&iacute;veis, rampas, terra&ccedil;os, caminhos elevados ou plataformas sem veda&ccedil;&otilde;es laterais forem delimitados em um ou ambos os lados por superf&iacute;cie que se incline para baixo com desn&iacute;vel superior a 0,60 m, deve ser prevista a instala&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o lateral com no m&iacute;nimo as caracter&iacute;sticas de guarda-corpo. Objetos como corrim&atilde;os e barras de apoio, entre outros, devem estar afastados no m&iacute;nimo 40 mm da parede ou outro obst&aacute;culo.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tQuando o objeto for embutido em nichos, deve-se prever tamb&eacute;m uma dist&acirc;ncia livre m&iacute;nima de 150 mm. Corrim&atilde;os e barras de apoio, entre outros, devem ter se&ccedil;&atilde;o circular com di&acirc;metro entre 30 mm e 45 mm, ou se&ccedil;&atilde;o el&iacute;ptica, desde que a dimens&atilde;o maior seja de 45 mm e a menor de 30 mm.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tS&atilde;o admitidos outros formatos de se&ccedil;&atilde;o, desde que sua parte superior atenda &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es desta subse&ccedil;&atilde;o. Garantir um arco da se&ccedil;&atilde;o do corrim&atilde;o de 270&ordm;. Os elementos de acionamento para abertura de portas devem possuir formato de f&aacute;cil pega, n&atilde;o exigindo firmeza, precis&atilde;o ou tor&ccedil;&atilde;o do pulso para seu acionamento.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tAs ma&ccedil;anetas devem preferencialmente ser do tipo alavanca, possuir pelo menos 100 mm de comprimento e acabamento sem arestas e recurvado na extremidade, apresentando uma dist&acirc;ncia m&iacute;nima de 40 mm da superf&iacute;cie da porta. Devem ser instaladas a uma altura que pode variar entre 0,80 m e 1,10 m do piso acabado. Os puxadores verticais para portas devem ter di&acirc;metro entre 25 mm e 45 mm, com afastamento de no m&iacute;nimo 40 mm entre o puxador e a superf&iacute;cie da porta. O puxador vertical deve ter comprimento m&iacute;nimo de 0,30 m. Devem ser instalados a uma altura que pode variar entre 0,80 m e 1,10 m do piso acabado.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tOs puxadores horizontais para portas devem ter di&acirc;metro entre 25 mm e 45 mm, com afastamento de no m&iacute;nimo 40 mm. Devem ser instalados a uma altura que pode variar entre 0,80 m e 1,10 m do piso acabado.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA&nbsp;<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\"><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/normas-tecnicas\/27608\/nbr12255-execucao-e-utilizacao-de-passeios-publicos-procedimento\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\">NBR 12255 de 12\/1990 &ndash; Execu&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o de passeios p&uacute;blicos &ndash; Procedimento<\/a><\/strong>&nbsp;fixa as condi&ccedil;&otilde;es exig&iacute;veis para a execu&ccedil;&atilde;o e a utiliza&ccedil;&atilde;o dos passeios (cal&ccedil;adas), bem como os padr&otilde;es e as medidas que visam a propiciar &agrave;s pessoas, sadias ou deficientes, melhores e mais adequadas condi&ccedil;&otilde;es de tr&acirc;nsito, acessibilidade e seguridade, nestes logradouros p&uacute;blicos. N&atilde;o abrange a utiliza&ccedil;&atilde;o do subsolo (obras sob o passeio), a coloca&ccedil;&atilde;o de mobili&aacute;rio urbano ou de elementos paisag&iacute;sticos. Para as vias p&uacute;blicas com declividade que implique a necessidade de escadaria, a geometria e demais caracter&iacute;sticas das escadas devem cumprir as exig&ecirc;ncias das respectivas normaliza&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA via p&uacute;blica &ndash; logradouro p&uacute;blico &eacute; a parte das &aacute;reas urbanas que limita os im&oacute;veis e se destina ao tr&acirc;nsito de pessoas, animais ou ve&iacute;culos e &agrave; coloca&ccedil;&atilde;o de todas as utilidades p&uacute;blicas. &Eacute; composta por dois passeios e pelo leito carro&ccedil;&aacute;vel.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tO passeio &eacute; a parte da via p&uacute;blica adjacente e paralela aos im&oacute;veis existentes em ambos os lados do leito carro&ccedil;&aacute;vel, limitada pelo alinhamento destes e pelo meio-fio. Destina-se fundamentalmente ao tr&acirc;nsito das pessoas e deve possuir as condi&ccedil;&otilde;es para o tr&acirc;nsito adequado dos deficientes f&iacute;sicos. Em lotes onde a constru&ccedil;&atilde;o est&aacute; afastada do alinhamento, uma faixa horizontal ou um revestimento diferenciado entre o passeio e o piso do im&oacute;vel deve marcar este alinhamento.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tO leito carro&ccedil;&aacute;vel &eacute; a parte da via p&uacute;blica destinada ao tr&aacute;fego de ve&iacute;culos e travessia de pedestres; &eacute; limitado pelos meios-fios, junto aos quais fica a sarjeta. As utilidades p&uacute;blicas s&atilde;o todos os servi&ccedil;os comuns oferecidos &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es pelas empresas concession&aacute;rias: eletricidade, telefone, correio, g&aacute;s, &aacute;gua pot&aacute;vel, capta&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas servidas e pluviais, sinaliza&ccedil;&otilde;es para o tr&acirc;nsito de pessoas e para o tr&aacute;fego de ve&iacute;culos, etc.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tDessa forma a constru&ccedil;&atilde;o, a conserva&ccedil;&atilde;o e a limpeza do passeio &eacute; de responsabilidade do propriet&aacute;rio do lote a ele adjacente. Durante a execu&ccedil;&atilde;o, no passeio, de obra de interesse p&uacute;blico, a responsabilidade pela conserva&ccedil;&atilde;o e pela limpeza passa a ser do respons&aacute;vel pela obra, e este deve recompor o passeio nas condi&ccedil;&otilde;es estabelecidas.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tNa compatibiliza&ccedil;&atilde;o das superf&iacute;cies de trechos de passeios, adjacentes a lotes cont&iacute;guos, prevalece a forma do passeio constru&iacute;do de acordo com esta norma. O propriet&aacute;rio do lote, cujo passeio tem superf&iacute;cie n&atilde;o conforme, deve providenciar a necess&aacute;ria corre&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tO projeto geom&eacute;trico do passeio deve ser estabelecido geometricamente pelo &oacute;rg&atilde;o municipal encarregado das vias p&uacute;blicas: largura (respeitados os m&iacute;nimos), eleva&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sarjeta (respeitado o m&aacute;ximo de 15 cm), declividades transversal e longitudinal.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA declividade transversal &eacute; 1,0% e a longitudinal depende da declividade da via, respeitadas as restri&ccedil;&otilde;es existentes. Em fun&ccedil;&atilde;o desta declividade devem ter concord&acirc;ncias adequadas para proporcionar conforto e seguran&ccedil;a ao pedestre.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tOs rebaixamentos de meio-fio, destinados &agrave; entrada e &agrave; sa&iacute;da de ve&iacute;culos dos im&oacute;veis, devem possuir declividade m&iacute;nima poss&iacute;vel e concord&acirc;ncia geom&eacute;trica perfeita com a sarjeta. A largura deste rebaixo no passeio deve ser de, no m&aacute;ximo, 0,60 m, e o comprimento 3,00 m, e deve se harmonizar com a parte normal sem rebaixo.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tOs rebaixos de meio-fio e cal&ccedil;adas em travessias de pedestres sinalizadas, destinadas ao acesso de pessoas, cadeiras de rodas, carrinhos para crian&ccedil;as e para compras, devem respeitar a NBR 9050. No projeto dos logradouros p&uacute;blicos, devem ser previstos os poss&iacute;veis equipamentos urbanos sobresuperficiais, bem como as instala&ccedil;&otilde;es especiais para os deficientes f&iacute;sicos (rampas de acesso ao passeio e aos edif&iacute;cios).<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tAs proje&ccedil;&otilde;es das edifica&ccedil;&otilde;es sobre o passeio, tais como: beirais, marquises, toldos, publicidade e placas indicativas devem deixar a altura m&iacute;nima para a circula&ccedil;&atilde;o das pessoas de 2,40 m e n&atilde;o podem, em hip&oacute;tese alguma, lan&ccedil;ar &aacute;guas sobre a superf&iacute;cie do passeio. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; constru&ccedil;&atilde;o do passeio, devem ser observados a declividade transversal, o material do revestimento e as condi&ccedil;&otilde;es para a coloca&ccedil;&atilde;o das diversas camadas (componentes) da estrutura do passeio.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA s&eacute;rie de normas&nbsp;<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\"><a href=\"https:\/\/www.normas.com.br\/produto\/normas-brasileiras-e-mercosul\/pesquisar?expressao=NBR+ISO+7176+\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\">NBR ISO 7176<\/a><\/strong>&nbsp;trata das especifica&ccedil;&otilde;es das cadeiras de rodas. Especificamente, a&nbsp;<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\"><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/normas-tecnicas\/41103\/nbriso7176-1-cadeiras-de-rodas-parte-1-determinacao-da-estabilidade-estatica\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\">NBR ISO 7176-1 de 01\/2018 &ndash; Cadeiras de rodas &ndash; Parte 1: Determina&ccedil;&atilde;o da estabilidade est&aacute;tica<\/a><\/strong>&nbsp;especifica os m&eacute;todos de ensaio para determina&ccedil;&atilde;o da estabilidade est&aacute;tica das cadeiras de rodas. Aplica-se &agrave;s cadeiras de rodas manuais e motorizadas, incluindo scooters, com uma velocidade m&aacute;xima igual ou menor que 15 km\/h, que sirvam para prover mobilidade em ambientes internos e\/ou externos para uma pessoa com defici&ecirc;ncia cuja massa esteja dentro da faixa representada pela NBR ISO 7176-11. Para cadeiras de rodas com controle ativo de estabilidade, esta parte se aplica a um estado est&aacute;vel, em repouso.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tEsta parte apresenta um m&eacute;todo para medir os &acirc;ngulos de tombamento (seja no &acirc;ngulo de tombamento da cadeira de rodas ou no &acirc;ngulo de tombamento do dispositivo antitombo), mas este m&eacute;todo n&atilde;o se aplica a cadeiras de rodas com dispositivo antitombo lateral, e n&atilde;o considera o derrapamento no piso. Esta parte da tamb&eacute;m inclui requisitos para relat&oacute;rios de ensaio e divulga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t&Eacute; importante conhecer as caracter&iacute;sticas de estabilidade est&aacute;tica de uma cadeira de rodas para fins de indica&ccedil;&atilde;o de modelo e ajustes. Alguns ocupantes precisam de mais estabilidade para manter a seguran&ccedil;a, enquanto outros preferem cadeiras de rodas precisamente balanceadas (menor estabilidade), que s&atilde;o mais f&aacute;ceis de manobrar. A estabilidade est&aacute;tica &eacute; apenas um dos fatores que afetam a estabilidade din&acirc;mica.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tOs outros fatores s&atilde;o a posi&ccedil;&atilde;o do operador na cadeira de rodas, sua habilidade em operar a cadeira de rodas, a maneira pela qual a cadeira de rodas &eacute; impulsionada e o ambiente no qual a cadeira de rodas &eacute; operada. Esta parte da norma especifica os ensaios nos quais a estabilidade est&aacute;tica &eacute; medida com os freios de estacionamento acionados, como &eacute; o caso de uma cadeira de rodas parada em um local inclinado.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tOs ensaios tamb&eacute;m s&atilde;o realizados com as rodas destravadas, simulando a situa&ccedil;&atilde;o em que a cadeira de rodas est&aacute; parada em um local inclinado com as rodas encostadas em obst&aacute;culos, a situa&ccedil;&atilde;o em um piso nivelado com as rodas destravadas e o usu&aacute;rio de cadeira de rodas tentando alcan&ccedil;ar um objeto ou instabilidade da cadeira de rodas em movimento. Tamb&eacute;m s&atilde;o realizados os ensaios para determinar a estabilidade est&aacute;tica da cadeira de rodas quando ela est&aacute; impedida de tombar por algum dispositivo antitombo, seja no movimento para a frente ou para tr&aacute;s, e a efici&ecirc;ncia destes dispositivos antitombo caso a cadeira de rodas se incline naquela dire&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tPode-se dizer que, teoricamente, uma cadeira de rodas ocupada &eacute; estaticamente est&aacute;vel, desde que a linha da for&ccedil;a da gravidade, a partir do centro de massa, esteja dentro da &aacute;rea no ch&atilde;o que est&aacute; limitada ao tra&ccedil;ado das linhas que ligam os pontos de contato de suas rodas. A estabilidade da cadeira de rodas aumenta &agrave; medida em que aumenta o &acirc;ngulo entre o plano vertical que passa pelo eixo de tombamento e o plano que cont&eacute;m o centro de massa e o eixo de tombamento.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tUma cadeira de rodas tomba quando &eacute; inclinada al&eacute;m deste &acirc;ngulo medido (ver figura) em torno do eixo de tombamento. As cadeiras de rodas podem tombar em torno do ponto de contato quando as rodas est&atilde;o travadas, ou em torno do eixo da roda quando as rodas est&atilde;o destravadas. Uma vez que a localiza&ccedil;&atilde;o do centro de massa n&atilde;o &eacute; conhecida, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel medir diretamente o &acirc;ngulo de tombamento. Portanto, este &acirc;ngulo &eacute; determinado com a cadeira de rodas sobre uma plataforma de ensaio cuja inclina&ccedil;&atilde;o &eacute; ajust&aacute;vel. O &acirc;ngulo do plano inclinado no qual a cadeira de rodas come&ccedil;a a tombar &eacute; medido. O &acirc;ngulo da plataforma de ensaio representa o &acirc;ngulo de tombamento.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\t<a href=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade5.jpg?ssl=1\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"acessibilidade5\" class=\"alignnone size-full wp-image-3451\" data-attachment-id=\"3451\" data-comments-opened=\"1\" data-image-description=\"\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"acessibilidade5\" data-large-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade5.jpg?fit=581%2C808&amp;ssl=1\" data-medium-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade5.jpg?fit=216%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade5.jpg?fit=581%2C808&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"581,808\" data-permalink=\"https:\/\/revistaadnormas.com.br\/2018\/12\/25\/as-normas-tecnicas-obrigatorias-para-um-brasil-com-mais-acessibilidade\/acessibilidade5\/\" height=\"802\" sizes=\"(max-width: 581px) 100vw, 581px\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade5.jpg?resize=581%2C808&amp;ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade5.jpg?w=581&amp;ssl=1 581w, https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/acessibilidade5.jpg?resize=216%2C300&amp;ssl=1 216w\" style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; box-sizing: border-box; max-width: 100%; height: auto; border: 2px solid rgb(255, 255, 255); box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.2) 0px 0px 4px;\" width=\"577\" \/><\/a><\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tNo caso de um ensaio com rodas destravadas, o eixo de tombamento recai sobre os eixos da roda, e o centro de gravidade relevante &eacute; o da cadeira de rodas ocupada, excluindo a massa das rodas destravadas sobre as quais a cadeira tomba. Uma vez que este &eacute; um efeito bastante reduzido, n&atilde;o &eacute; mostrado explicitamente nas figuras desta parte da NBR ISO 7176.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA cadeira de rodas &eacute; colocada em uma situa&ccedil;&atilde;o na qual fica em um equil&iacute;brio inst&aacute;vel em torno de um eixo entre as duas rodas de tra&ccedil;&atilde;o e mais pr&oacute;xima do(s) mecanismo(s) antitombo. A partir deste estado, conv&eacute;m que a cadeira de rodas seja capaz de inclinar-se livremente at&eacute; o(s) dispositivo(s) antitombo entrem em contato com a superf&iacute;cie de ensaio. Observar se o dispositivo antitombo &eacute; capaz de impedir a cadeira de rodas de tombar completamente.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tA plataforma de ensaio deve ser uma plataforma plana e r&iacute;gida, com um &acirc;ngulo de inclina&ccedil;&atilde;o ajust&aacute;vel que &eacute; suficientemente grande para acomodar a cadeira de rodas a ser ensaiada, com uma superf&iacute;cie que recai entre dois planos paralelos imagin&aacute;rios separados por 5 mm, e que n&atilde;o apresenta mais do que 0,5&deg; de varia&ccedil;&atilde;o na inclina&ccedil;&atilde;o ou na inclina&ccedil;&atilde;o cruzada ao longo de&nbsp;todo o ensaio. Os planos imagin&aacute;rios servem para prover medida de controle sobre a planicidade da plataforma de ensaio. As linhas vis&iacute;veis paralelas e normais &agrave; articula&ccedil;&atilde;o da plataforma de ensaio podem auxiliar no posicionamento da cadeira de rodas.<\/p>\n<p font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n\tO &acirc;ngulo de inclina&ccedil;&atilde;o da plataforma de ensaio pode ser aumentado de maneira gradual ou cont&iacute;nua. Se o &acirc;ngulo de inclina&amp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>https:\/\/sinditestrs.org.br\/admin\/noticias\/imgs\/sinditestrs_news-841dd5884229eebdc653b0f5879a813b.jpg<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/911"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=911"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/911\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1382,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/911\/revisions\/1382"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=911"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=911"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=911"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}