{"id":907,"date":"2018-12-05T16:46:00","date_gmt":"2018-12-05T18:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/index.php\/2018\/12\/05\/a-incompatibilidade-quimica-dos-produtos-perigosos\/"},"modified":"2023-04-28T16:49:07","modified_gmt":"2023-04-28T19:49:07","slug":"a-incompatibilidade-quimica-dos-produtos-perigosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/a-incompatibilidade-quimica-dos-produtos-perigosos\/","title":{"rendered":"A incompatibilidade quimica dos produtos perigosos"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"posttitle\" style=\"margin: 4px 0px 0px; padding: 0px; outline: none; font-family: Merriweather, Georgia, serif; letter-spacing: -1px; line-height: 1.2; font-size: 1.75em; color: rgb(17, 17, 17);\">\n\t<span style=\"color:#ff0000;\">A incompatibilidade qu&iacute;mica dos produtos perigosos<\/span><\/h1>\n<p class=\"postmetadata\" style=\"margin: 4px 0px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 0.75em; text-transform: uppercase; letter-spacing: 0.1em; color: rgb(17, 17, 17);\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<section class=\"entry\" font-size:=\"\" helvetica=\"\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; overflow: hidden; color: rgb(17, 17, 17); font-family: \">\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\t<em style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\">A incompatibilidade entre produtos qu&iacute;micos a condi&ccedil;&atilde;o na qual determinados produtos tornam-se perigosos quando manipulados ou armazenados pr&oacute;ximos a outros.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tAs subst&acirc;ncias qu&iacute;micas podem provocar v&aacute;rios tipos de danos &agrave; sa&uacute;de, mas a primeira condi&ccedil;&atilde;o para que elas provoquem algum dano &eacute; que entrem em contato ou penetrem no nosso corpo. Como as subst&acirc;ncias podem penetrar no corpo.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tNo trabalho, a forma com que mais frequentemente a subst&acirc;ncia penetra no corpo &eacute; pela respira&ccedil;&atilde;o. Durante a respira&ccedil;&atilde;o o ar entra pelo nosso nariz e junto com ele podem vir as v&aacute;rias subst&acirc;ncias qu&iacute;micas que estiverem no ambiente. Os danos que as subst&acirc;ncias poder&atilde;o causar v&atilde;o depender do tipo de subst&acirc;ncia que estamos respirando.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tAlgumas poder&atilde;o provocar irrita&ccedil;&atilde;o logo no nariz e na garganta, outros provocam dor e press&atilde;o no peito e outras podem ir at&eacute; o pulm&atilde;o. As subst&acirc;ncias que chegam no pulm&atilde;o podem causar problemas no local onde elas ficam como &eacute; o caso da s&iacute;lica e do amianto que provocam a silicose e a asbestose que s&atilde;o doen&ccedil;as pulmonares graves.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tEstas subst&acirc;ncias s&atilde;o normalmente duras e n&atilde;o se dissolvem em &aacute;gua. Outras subst&acirc;ncias que v&atilde;o at&eacute; o pulm&atilde;o, podem ou n&atilde;o provocar algum problema a&iacute;, mas tamb&eacute;m podem passar para o sangue e s&atilde;o levadas para outras partes do corpo. &Eacute; o caso do benzeno, por exemplo. Quando se respira benzeno, ele chega at&eacute; o pulm&atilde;o, passa para o sangue que carrega este produto qu&iacute;mico at&eacute; a nossa medula &oacute;ssea, que &eacute; o lugar onde o sangue &eacute; produzido. A&iacute; pode provocar v&aacute;rios tipos de danos.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tNa pele, o produto tamb&eacute;m pode dar problemas, podendo agir de duas formas: direto na pele ou penetrando nela. Se a subst&acirc;ncia for corrosiva ela pode provocar queimadura direto na pele. Algumas subst&acirc;ncias tamb&eacute;m podem provocar rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica e a pele fica cheia de ferimento ou pode inchar.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tOutras subst&acirc;ncias t&ecirc;m a capacidade de penetrar na pele. Neste caso elas podem entrar na corrente sangu&iacute;nea que as levam para outras partes do corpo do mesmo jeito que na respira&ccedil;&atilde;o. Neste caso, o dano vai depender do tipo de subst&acirc;ncia. Algumas, como o benzeno, provocam dano na produ&ccedil;&atilde;o do sangue. Outras provocam problemas nos rins, ou f&iacute;gado, ou cora&ccedil;&atilde;o, ou outra parte do corpo. Como nossa pele &eacute; razoavelmente resistente, a quantidade de subst&acirc;ncia que penetra pela pele &eacute; menor, em geral do que a que penetra pela respira&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tPor isso, todo cuidado &eacute; pouco. Deve-se guardar no laborat&oacute;rio somente quantidades m&iacute;nimas de produtos qu&iacute;micos. Em se tratando de reagentes l&iacute;quidos, manter 1 ou 2 litros no m&aacute;ximo. Para sais n&atilde;o perigosos 1 kg e para sais reativos ou t&oacute;xicos limitar-se a algumas gramas. Quantidades maiores devem ser estocadas apropriadamente no almoxarifado.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tOutro ponto importante a ressaltar &eacute; a exist&ecirc;ncia de incompatibilidade entre alguns produtos qu&iacute;micos. Portanto, ao armazenar tais produtos, deve-se ter o cuidado de faz&ecirc;-lo de forma a evitar, por exemplo, colocar produtos oxidantes pr&oacute;ximos a solventes org&acirc;nicos ou pirof&oacute;ricos pr&oacute;ximo a inflam&aacute;veis.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tAo armazenar subst&acirc;ncias qu&iacute;micas, deve-se considerar o sistema de ventila&ccedil;&atilde;o, a sinaliza&ccedil;&atilde;o correta, a disponibilidade de equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual e de equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o coletiva, e disponibilizar a &aacute;rea administrativa separada da &aacute;rea t&eacute;cnica e da armazenagem.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tDefine-se como incompatibilidade entre produtos qu&iacute;micos a condi&ccedil;&atilde;o na qual determinados produtos tornam-se perigosos quando manipulados ou armazenados pr&oacute;ximos a outros, com os quais podem reagir, criando situa&ccedil;&otilde;es perigosas, como a gera&ccedil;&atilde;o de gases, calor excessivo, explos&otilde;es ou rea&ccedil;&otilde;es violentas.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\t<a href=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/tabela.jpg?ssl=1\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"tabela\" class=\"alignnone size-full wp-image-3093\" data-attachment-id=\"3093\" data-comments-opened=\"1\" data-image-description=\"\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"tabela\" data-large-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/tabela.jpg?fit=440%2C1024&amp;ssl=1\" data-medium-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/tabela.jpg?fit=129%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/tabela.jpg?fit=883%2C2057&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"883,2057\" data-permalink=\"https:\/\/revistaadnormas.com.br\/2018\/12\/04\/a-incompatibilidade-quimica-dos-produtos-perigosos\/tabela-5\/\" height=\"1621\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/tabela.jpg?resize=700%2C1631&amp;ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/tabela.jpg?w=883&amp;ssl=1 883w, https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/tabela.jpg?resize=129%2C300&amp;ssl=1 129w, https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/tabela.jpg?resize=440%2C1024&amp;ssl=1 440w, https:\/\/i2.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/tabela.jpg?resize=600%2C1398&amp;ssl=1 600w\" style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; box-sizing: border-box; max-width: 100%; height: auto; border: 2px solid rgb(255, 255, 255); box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.2) 0px 0px 4px;\" width=\"696\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tRepublicada com a incorpora&ccedil;&atilde;o de emenda, a&nbsp;<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\"><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/normas-tecnicas\/35613\/nbr14619-transporte-terrestre-de-produtos-perigosos-incompatibilidade-quimica\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\">NBR 14619 de 10\/2018 &ndash; Transporte terrestre de produtos perigosos &ndash; Incompatibilidade qu&iacute;mica<\/a><\/strong>&nbsp;estabelece os crit&eacute;rios de incompatibilidade qu&iacute;mica a serem considerados no transporte terrestre de produtos perigosos e incompatibilidade radiol&oacute;gica e nuclear, no caso espec&iacute;fico dos materiais radioativos (classe 7). Os crit&eacute;rios definidos nesta norma s&atilde;o aplic&aacute;veis &agrave;s cargas fracionadas e a granel de produtos e de res&iacute;duos perigosos, mesmo em se tratando de quantidade limitada por ve&iacute;culo, em uma mesma unidade de transporte e durante o eventual armazenamento tempor&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tEsta norma tamb&eacute;m se aplica ao transporte de embalagens (incluindo IBC e embalagens grandes) vazias e n&atilde;o limpas que contiveram produtos perigosos classificados como: gases da classe 2; explosivos insensibilizados da classe 3 ou subclasse 4.1; subst&acirc;ncias autorreagentes da subclasse 4.1; materiais radioativos da classe 7; amiantos, anfib&oacute;lico (ONU 2212), amiantos, crisotilia (ONU 2590), bifenilas policloradas, l&iacute;quidas (ONU 2315), bifenilas policloradas, s&oacute;lidas (ONU 3432), bifenilas poli-halogenadas, l&iacute;quidas ou monometildifenilas-metanos halogenadas, l&iacute;quidas ou terfenilas poli-halogenadas, l&iacute;quidas (ONU 3151) ou bifenilas polihalogenadas, s&oacute;lidas ou monometildifenilas-metanos halogenadas, s&oacute;lidas ou terfenilas poli-halogenadas, s&oacute;lidas (ONU 3152). Para armazenamento, as incompatibilidades s&atilde;o avaliadas produto a produto, inclusive verificando as informa&ccedil;&otilde;es descritas nas FISPQ e\/ou informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis em bases de dados nacionais e\/ou internacionais sobre os produtos qu&iacute;micos armazenados.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tEm um mesmo ve&iacute;culo &eacute; proibido transportar produtos perigosos incompat&iacute;veis entre si ou com produtos n&atilde;o classificados como perigosos, quando houver possibilidade de risco direto ou indireto, de danos a pessoas, bens ou ao meio ambiente, exceto nos casos estabelecidos na legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica vigente ou quando os produtos perigosos (exceto subst&acirc;ncias e artigos da classe 1 e materiais radioativos da classe 7) ou n&atilde;o perigosos forem colocados em cofres de cargas. Al&eacute;m das incompatibilidades previstas nas Tabelas B.1 e B.5) dispon&iacute;veis na norma), tamb&eacute;m &eacute; proibido o transporte conjunto de produtos classificados como perigosos com: alimentos; medicamentos (exceto os contidos em aeross&oacute;is classificados sob n&uacute;mero ONU 1950); artigos de higiene pessoal, cosm&eacute;tico e perfumaria, exceto o previsto em 4.5; objetos e produtos j&aacute; acabados de uso ou consumo humano ou animal de uso direto (contato intencional); insumos, aditivos e\/ou mat&eacute;rias-primas aliment&iacute;cios, cosm&eacute;ticos, farmac&ecirc;uticos ou veterin&aacute;rios; embalagens destinadas a conter os produtos citados.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tPara fins desta subse&ccedil;&atilde;o, objetos e produtos j&aacute; acabados de uso ou consumo humano ou animal de uso direto (contato intencional) s&atilde;o os produtos finais e comercializados com a finalidade de aplica&ccedil;&atilde;o direta no corpo (por exemplo, pele, olhos), inala&ccedil;&atilde;o ou ingest&atilde;o humana ou animal. N&atilde;o se aplicam nesta defini&ccedil;&atilde;o os insumos, aditivos e\/ou mat&eacute;rias-primas. Exceto o previsto em 4.2, &eacute; permitido o transporte conjunto de produtos classificados como perigosos para o transporte com quaisquer objetos ou artigos para uso ou consumo humano ou animal, e suas embalagens, desde que n&atilde;o sejam de uso direto (contato intencional), e que os produtos classificados n&atilde;o sejam das seguintes classes de risco: classe 1; classe 6; classe 7; classe 8 (grupos de embalagem I e II); classe 9 com os n&uacute;meros ONU 2212, OU 2315, ONU 2590, ONU 3151, ONU 3252 e ONU 3245.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tExceto o previsto em 4.2, &eacute; permitido o transporte conjunto de produtos classificados como perigosos para o transporte com os demais produtos n&atilde;o classificados como perigosos, incluindo equipamentos ou maquin&aacute;rios industriais. Quando se tratar do transporte de produtos de higiene pessoal, cosm&eacute;ticos e perfumaria, classificados como produtos perigosos (conforme legisla&ccedil;&atilde;o vigente, n&atilde;o s&atilde;o consideradas as proibi&ccedil;&otilde;es de carregamento comum, podendo ser transportados juntamente com os demais cosm&eacute;ticos, medicamentos, produtos de higiene pessoal e perfumaria ou objetos destinados ao uso\/consumo humano ou animal, sem a necessidade de segrega&ccedil;&atilde;o, desde que o expedidor garanta que os produtos n&atilde;o apresentam riscos de contamina&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tA legisla&ccedil;&atilde;o vigente cita a obrigatoriedade de que a declara&ccedil;&atilde;o do expedidor seja complementada com informa&ccedil;&atilde;o adicional de que n&atilde;o h&aacute; risco de contamina&ccedil;&atilde;o entre os produtos perigosos e n&atilde;o perigosos. As subst&acirc;ncias com risco principal ou subsidi&aacute;rio da subclasse 6.1 (subst&acirc;ncias t&oacute;xicas) dos grupos de embalagem I, II e III, n&atilde;o podem ser transportadas, no mesmo ve&iacute;culo ou equipamento de transporte, juntamente com produtos destinados ao uso ou consumo humano ou animal, exceto as subst&acirc;ncias t&oacute;xicas da subclasse 6.1 dos grupos de embalagem II e III, quando houver segrega&ccedil;&atilde;o por cofres de carga estanques.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tPortanto, &eacute; determinantemente proibido o transporte de subst&acirc;ncias com risco principal ou subsidi&aacute;rio da subclasse 6.1 (subst&acirc;ncias t&oacute;xicas) do grupo de embalagem I no mesmo ve&iacute;culo ou equipamento de transporte, juntamente com produtos destinados ao uso ou consumo humano ou animal, mesmo que estejam segregados por cofres de carga. Quando se tratar do transporte de produtos agrot&oacute;xicos utilizados na agricultura para controlar insetos, doen&ccedil;as ou plantas daninhas que causem danos &agrave;s planta&ccedil;&otilde;es, classificados como produtos perigosos para o transporte (conforme legisla&ccedil;&atilde;o vigente[3]), n&atilde;o s&atilde;o consideradas as proibi&ccedil;&otilde;es de carregamento comum, podendo ser transportados juntamente com os demais agrot&oacute;xicos n&atilde;o classificados, sem a necessidade de segrega&ccedil;&atilde;o, desde que o expedidor garanta que os produtos n&atilde;o apresentam riscos de contamina&ccedil;&atilde;o no documento fiscal.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tSe um mesmo carregamento compreender produtos perigosos e produtos n&atilde;o classificados como perigosos ou ainda outras categorias de mercadorias compat&iacute;veis, os volumes com produtos perigosos devem ficar separados dos demais produtos e mercadorias do carregamento, de modo a facilitar o acesso a eles em casos de emerg&ecirc;ncia. &Eacute; proibido o uso de cofres de carga para segregar qualquer tipo de subst&acirc;ncia e artigo explosivo da classe 1 ou materiais radioativos da classe 7 de outros produtos perigosos incompat&iacute;veis, alimentos, medicamentos, objetos destinados ao uso\/consumo humano ou animal, ou ainda de embalagens de produtos e insumos destinados a fins aliment&iacute;cio, cosm&eacute;tico, farmac&ecirc;utico ou veterin&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tExceto para subst&acirc;ncias e artigos da classe 1 e materiais radioativos da classe 7, os cofres de carga podem ser utilizados para segrega&ccedil;&atilde;o de produtos incompat&iacute;veis no transporte de produtos fracionados (embalados) ou no transporte combinado de produtos a granel e produtos fracionados (embalados) na mesma unidade de transporte, desde que garantam a estanqueidade entre os produtos transportados, assegurando a impossibilidade de danos a pessoas, mercadorias, seguran&ccedil;a p&uacute;blica e meio ambiente. Os cofres de cargas utilizados para o transporte de produtos perigosos devem portar em uma das faces ou na tampa, painel de seguran&ccedil;a id&ecirc;ntico ao utilizado no ve&iacute;culo ou equipamento de transporte.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tO interior e as partes externas do cofre de carga devem ser inspecionados antes do carregamento, a fim de garantir a aus&ecirc;ncia de qualquer dano que possa afetar a sua integridade ou a dos volumes a serem carregados. O expedidor do produto perigoso &eacute; respons&aacute;vel pela escolha do cofre de carga adequado para garantir a estanqueidade, em fun&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas f&iacute;sico-qu&iacute;micas dos produtos perigosos presentes no carregamento, assim como por danos comprovadamente associados a acidentes provocados, no todo ou em parte, por utiliza&ccedil;&atilde;o inadequada.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tO cofre de carga n&atilde;o pode apresentar trinca (s), rachadura (s) e\/ou perfura&ccedil;&atilde;o (&otilde;es) em qualquer uma das superf&iacute;cies internas e\/ou externas ou qualquer deforma&ccedil;&atilde;o permanente que possa comprometer a estanqueidade do cofre de carga, durante toda a sua vida &uacute;til. Os crit&eacute;rios de incompatibilidade est&atilde;o estruturados, tomando-se por base as classes e subclasses de risco previstas na legisla&ccedil;&atilde;o de transporte de produtos perigosos vigente.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tDois produtos s&atilde;o considerados incompat&iacute;veis se pelo menos uma rela&ccedil;&atilde;o cruzada, entre seus riscos principais e\/ou subsidi&aacute;rios, indicar incompatibilidade nas Tabelas B.1 e B.5 (dispon&iacute;veis na norma). Os crit&eacute;rios de incompatibilidade, por classe e subclasse de risco, encontram-se sintetizados na Tabela B.1 (no caso espec&iacute;fico para produtos da classe 1 &ndash; Explosivos) e Tabela B.5 (para todas as classes e subclasses de risco de produtos perigosos).<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tOs crit&eacute;rios de incompatibilidade previstos nesta norma n&atilde;o s&atilde;o restritivos, podendo o fabricante ou expedidor do produto perigoso estabelecer outras regras de incompatibilidades mais restritivas al&eacute;m das apresentadas na Tabela B.1 (no caso espec&iacute;fico para produtos da classe 1 &ndash; Explosivos) e Tabela B.5 (para todas as classes e subclasses de risco de produtos perigosos), fazendo as considera&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias quando: houver incompatibilidades n&atilde;o previstas nas Tabelas B.1 e B.5, desde que mais r&iacute;gidas, tomando como base as caracter&iacute;sticas f&iacute;sico-qu&iacute;micas, propriedades espec&iacute;ficas e concentra&ccedil;&otilde;es dos produtos perigosos; houver incompatibilidade qu&iacute;mica entre produtos perigosos dentro de uma mesma classe ou subclasse de risco ou incompatibilidade radiol&oacute;gica e nuclear no caso espec&iacute;fico para a classe 7 (materiais radioativos); houver incompatibilidade espec&iacute;fica entre produtos perigosos e produtos n&atilde;o classificados como perigosos pela legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica; o transporte de produtos perigosos for autorizado pela legisla&ccedil;&atilde;o vigente em embalagens que n&atilde;o necessitem da comprova&ccedil;&atilde;o de sua adequa&ccedil;&atilde;o ao programa de avalia&ccedil;&atilde;o de conformidade (homologa&ccedil;&atilde;o de embalagem) da autoridade competente; se tratar de transporte de res&iacute;duos, solu&ccedil;&otilde;es ou misturas que contenham produtos perigosos de mais de uma classe ou subclasse de risco ou uma ou mais subst&acirc;ncias n&atilde;o classificadas como perigosas, de acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o vigente; forem transportados res&iacute;duos gerados de produtos, solu&ccedil;&otilde;es ou misturas que n&atilde;o contenham componentes constantes na rela&ccedil;&atilde;o de produtos perigosos conforme legisla&ccedil;&atilde;o vigente, mas que, em contato entre si, gerem um risco intr&iacute;nseco de produto perigoso que venha a atender aos crit&eacute;rios das classes 1 a 9.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tO embarcador deve informar ao transportador, em cada embarque, as incompatibilidades qu&iacute;micas, radiol&oacute;gicas ou nucleares dos produtos a serem transportados. Todas as rela&ccedil;&otilde;es estabelecidas nas Tabelas B.1 e B.5 pressup&otilde;em a condi&ccedil;&atilde;o de que os produtos perigosos estejam acondicionados, embalados, marcados, rotulados e sinalizados de forma apropriada, conforme previsto na legisla&ccedil;&atilde;o vigente, e n&atilde;o apresentem qualquer sinal de res&iacute;duo perigoso na sua parte externa.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tOs riscos subsidi&aacute;rios de produtos perigosos, quando existentes, tamb&eacute;m devem atender aos crit&eacute;rios da Tabela B.5. O transporte de produtos perigosos via correios, compreendido como servi&ccedil;o de expedi&ccedil;&atilde;o e entrega de produtos que sejam classificados como perigosos para fins de transporte, nos termos da regulamenta&ccedil;&atilde;o vigente e prescrito na Conven&ccedil;&atilde;o Postal Universal (CPU), deve, durante sua movimenta&ccedil;&atilde;o em rodovias e\/ou ferrovias, garantir o total atendimento &agrave;s exig&ecirc;ncias estabelecidas na legisla&ccedil;&atilde;o vigente, incluindo correta caracteriza&ccedil;&atilde;o do produto, embalagem adequada, sinaliza&ccedil;&atilde;o e documenta&ccedil;&atilde;o pertinente, e demais exig&ecirc;ncias, sem preju&iacute;zo da garantia de seguran&ccedil;a das etapas anteriores e posteriores ao transporte (manuseio, prepara&ccedil;&atilde;o, carregamento, armazenamento, descarregamento, etc.), nos termos de seus regulamentos.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\t&Eacute; proibido o seguinte: transporte de produtos ou insumos para uso\/consumo humano ou animal (aliment&iacute;cio, cosm&eacute;tico, farmac&ecirc;utico ou veterin&aacute;rio), em equipamento de transporte destinado ao transporte de produtos perigosos a granel, menos as exce&ccedil;&otilde;es previstas na legisla&ccedil;&atilde;o vigente. Os produtos ou insumos para uso\/consumo humano ou animal, transportados de forma irregular, como previsto nesta al&iacute;nea, devem ser descartados como res&iacute;duos e encaminhados para fins de despejo, incinera&ccedil;&atilde;o ou qualquer outro processo de disposi&ccedil;&atilde;o final; transporte de produtos ou insumos para uso\/consumo humano ou animal (aliment&iacute;cio, cosm&eacute;tico, farmac&ecirc;utico ou veterin&aacute;rio), em embalagens que tenham contido produto perigoso (como embalagem recondicionada, refabricada ou reutilizada), conforme legisla&ccedil;&atilde;o vigente.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tOs produtos ou insumos para uso\/consumo humano ou animal, transportados de forma irregular, como previsto nesta al&iacute;nea, devem ser descartados como res&iacute;duos e encaminhados para fins de despejo, incinera&ccedil;&atilde;o ou qualquer outro processo de disposi&ccedil;&atilde;o final. A utiliza&ccedil;&atilde;o\/envase\/transporte de embalagens que tenham contido produtos perigosos, em algum momento de sua vida &uacute;til, como embalagens prim&aacute;rias e\/ou secund&aacute;rias de produtos aliment&iacute;cios\/farmac&ecirc;uticos\/cosm&eacute;ticos e seus insumos, ou quaisquer objetos para uso e\/ou consumo humano e\/ou animal, independentemente de estarem limpas e\/ou descontaminadas.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\ts embalagens, contentores intermedi&aacute;rios para gran&eacute;is (IBC), tanques port&aacute;teis e equipamentos destinados ao transporte de produtos perigosos a granel que tenham sido carregados com produtos perigosos, antes de serem carregados novamente, devem ser convenientemente limpos e descontaminados, exceto se o contato entre os dois produtos n&atilde;o acarretar riscos adicionais. Estas opera&ccedil;&otilde;es de limpeza e descontamina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o autorizam o carregamento de produtos para uso ou consumo humano ou animal.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tQuando constar a frase &ldquo;N&Atilde;O REUTILIZAR ESTA EMBALAGEM&rdquo; na embalagem de produtos perigosos, significa que ela n&atilde;o pode ser reutilizada para produtos destinados ao uso ou consumo humano e\/ou animal. Estas embalagens podem ser reutilizadas para o mesmo fim, desde que atendam aos crit&eacute;rios da homologa&ccedil;&atilde;o e da compatibilidade. Embalagens e\/ou sobreembalagens n&atilde;o podem conter produtos perigosos incompat&iacute;veis que reajam perigosamente entre si, conforme previsto na legisla&ccedil;&atilde;o vigente.<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\tQuando houver vazamento do produto perigoso e este se espalhar no interior da unidade de transporte, ela s&oacute; pode ser reutilizada depois de ter sido efetuada uma limpeza completa e, se necess&aacute;rio, ter sido desinfetada ou descontaminadas. J&aacute; os produtos perigosos, produtos para uso\/consumo humano ou animal, ou insumos destinados para tais fins, que vierem a ser contaminados devem ser descartados como res&iacute;duos e encaminhados para fins de despejo, incinera&ccedil;&atilde;o ou qualquer outro processo de disposi&ccedil;&atilde;o final.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\t<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\">As cores para identifica&ccedil;&atilde;o de tubula&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\t<em style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\">Nas ind&uacute;strias, um dos principais usos das cores &eacute; a identifica&ccedil;&atilde;o das tubula&ccedil;&otilde;es para evitar acidentes com os trabalhadores. Isso orienta sobre o emprego de cores para a identifica&ccedil;&atilde;o de tubula&ccedil;&otilde;es fixas em casos de canaliza&ccedil;&atilde;o de fluidos, subst&acirc;ncias perigosas, material fragmentado ou condutores el&eacute;tricos.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"cor2\" class=\"wp-image-3094 alignleft\" data-attachment-id=\"3094\" data-comments-opened=\"1\" data-image-description=\"\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"cor2\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor2.jpg?fit=400%2C223&amp;ssl=1\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor2.jpg?fit=300%2C167&amp;ssl=1\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor2.jpg?fit=400%2C223&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"400,223\" data-permalink=\"https:\/\/revistaadnormas.com.br\/2018\/12\/04\/a-incompatibilidade-quimica-dos-produtos-perigosos\/cor2\/\" height=\"186\" sizes=\"(max-width: 337px) 100vw, 337px\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor2.jpg?resize=337%2C188&amp;ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor2.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w, https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor2.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" style=\"margin: 4px 16px 12px 4px; padding: 0px; outline: none; box-sizing: border-box; max-width: 100%; height: auto; float: left; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.2) 0px 0px 4px; border: 2px solid rgb(255, 255, 255);\" width=\"333\" \/><\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\t<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\">Da Reda&ccedil;&atilde;o &ndash;<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tEm f&aacute;bricas, esta&ccedil;&otilde;es de tratamento e outros neg&oacute;cios, certos equipamentos e locais possuem caracter&iacute;sticas diferenciadas. Seja um nome ou uma pintura diferente, pode-se entender que tal produto ou ambiente que tem essa diferencia&ccedil;&atilde;o quer, na verdade, informar algo, ou seja, n&atilde;o est&aacute; ali por acaso. Um exemplo disso &eacute; no processo industrial da maioria das f&aacute;bricas. Em grande parte, ve-se que certos ambientes possuem pintura destacada e tubula&ccedil;&otilde;es com cores diferentes.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tNesse processo, usa-se o Sistema de Cores de Munsell. Albert H. Munsell criou este sistema no s&eacute;culo XX, que hoje &eacute; utilizado de forma a possibilitar um arranjo tridimensional das cores num espa&ccedil;o cil&iacute;ndrico de tr&ecirc;s eixos e que permite especificar uma determinada cor atrav&eacute;s de tr&ecirc;s dimens&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tA&nbsp;<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\"><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/normas-tecnicas\/27636\/nbr13193-emprego-de-cores-para-identificacao-de-tubulacoes-de-gases-industriais\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\">NBR 13193 de 10\/2018 &ndash; Emprego de cores para identifica&ccedil;&atilde;o de tubula&ccedil;&otilde;es de gases industriais<\/a><\/strong>&nbsp;estabelece os requisitos de utiliza&ccedil;&atilde;o de cores para identifica&ccedil;&atilde;o de tubula&ccedil;&otilde;es de gases industriais. Esta norma &eacute; utilizada em conjunto com a NBR 6493.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tAs cores de identifica&ccedil;&atilde;o adotadas nesta norma devem ser aplicadas em toda a extens&atilde;o da tubula&ccedil;&atilde;o ou em faixas, conforme Tabela B.1 (dispon&iacute;vel na norma). Deve ser aplicada a tabela abaixo para as cores de identifica&ccedil;&atilde;o em adi&ccedil;&atilde;o as constantes na NBR 6493. Quando a identifica&ccedil;&atilde;o for realizada por meio de faixas (pintura ou adesivos), a pintura da tubula&ccedil;&atilde;o deve ser feita em branco-gelo.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tDevem ser aplicados os requisitos da NBR 6493:2017, 4.1.2 e 4.2 a 4.4. Junto &agrave; faixa de identifica&ccedil;&atilde;o, podem constar, se necess&aacute;rio, para efeito de informa&ccedil;&atilde;o mais pormenorizada, o sentido em que se desloca o g&aacute;s e as constantes f&iacute;sicas que interessem do ponto de vista da seguran&ccedil;a da opera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"cor\" class=\"size-full wp-image-3095 aligncenter\" data-attachment-id=\"3095\" data-comments-opened=\"1\" data-image-description=\"\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"cor\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor.jpg?fit=412%2C428&amp;ssl=1\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor.jpg?fit=289%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor.jpg?fit=412%2C428&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"412,428\" data-permalink=\"https:\/\/revistaadnormas.com.br\/2018\/12\/04\/a-incompatibilidade-quimica-dos-produtos-perigosos\/cor\/\" height=\"424\" sizes=\"(max-width: 412px) 100vw, 412px\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor.jpg?resize=412%2C428&amp;ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor.jpg?w=412&amp;ssl=1 412w, https:\/\/i0.wp.com\/revistaadnormas.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cor.jpg?resize=289%2C300&amp;ssl=1 289w\" style=\"margin: 0px auto 16px; padding: 0px; outline: none; box-sizing: border-box; max-width: 100%; height: auto; display: block; float: none; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.2) 0px 0px 4px; border: 2px solid rgb(255, 255, 255);\" width=\"408\" \/><\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tPode ser usada a palavra &ldquo;VENENO&rdquo;, quando julgado conveniente. Quando n&atilde;o houver contraste suficiente entre a cor da faixa de identifica&ccedil;&atilde;o e a da pintura geral, deve ser a primeira delimitada por tra&ccedil;os de no m&aacute;ximo 2 cm de largura, pretos ou brancos, na forma do crit&eacute;rio estabelecido na NBR 6493:2017, 4.2.3.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tS&atilde;o admitidas pequenas varia&ccedil;&otilde;es nas tr&ecirc;s propriedades da cor (tonalidade ou hue; luminosidade ou value; satura&ccedil;&atilde;o ou chroma). As refer&ecirc;ncias da tabela destinam-se mais a evitar que se use, indiferentemente, qualquer uma das in&uacute;meras cores que correspondem a uma mesma denomina&ccedil;&atilde;o (vermelha, por exemplo), do que &agrave; necessidade de estabelecer um padr&atilde;o rigoroso, na pr&aacute;tica sem benef&iacute;cio ponder&aacute;vel &agrave; seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tJ&aacute; a&nbsp;<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none;\"><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/normas-tecnicas\/27482\/nbr6493-emprego-de-cores-para-identificacao-de-tubulacoes-industriais\" rel=\"noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; outline: none; color: rgb(24, 153, 203); text-decoration-line: none; transition: all 0.3s ease 0s;\" target=\"_blank\">NBR 6493 (NB54) de 10\/2018 &ndash; Emprego de cores para identifica&ccedil;&atilde;o de tubula&ccedil;&otilde;es industriais<\/a><\/strong>&nbsp;estabelece os requisitos das cores para identifica&ccedil;&atilde;o de tubula&ccedil;&otilde;es em instala&ccedil;&otilde;es industriais para a canaliza&ccedil;&atilde;o de fluidos e material fragmentado ou condutores el&eacute;tricos, com a finalidade de minimizar riscos e evitar acidentes. Esta norma pode ser complementada por normas espec&iacute;ficas, indicadas pela necessidade de determinadas atividades. N&atilde;o &eacute; aplic&aacute;vel &agrave; fabrica&ccedil;&atilde;o de tubula&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tS&atilde;o adotadas as seguintes cores principais na pintura das tubula&ccedil;&otilde;es, aplicadas em toda a sua extens&atilde;o, ou na se&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia das faixas, quando divididas conforme o estabelecido em 4.2.2: laranja-seguran&ccedil;a: produtos qu&iacute;micos n&atilde;o gasosos (por exemplo, &aacute;cidos); amarelo-seguran&ccedil;a: gases n&atilde;o liquefeitos; azul-seguran&ccedil;a: ar comprimido; branco: vapor; cinza-claro: v&aacute;cuo; cinza-escuro: eletroduto; cor-de-alum&iacute;nio: gases liquefeitos, l&iacute;quidos inflam&aacute;veis, &oacute;leos lubrificantes e combust&iacute;veis de baixa viscosidade (por exemplo, &aacute;lcool et&iacute;lico, &oacute;leo diesel, gasolina, querosene e solventes); marrom-canaliza&ccedil;&atilde;o: materiais fragmentados (min&eacute;rios), petr&oacute;leo bruto; preto: inflam&aacute;veis e combust&iacute;veis de alta viscosidade (por exemplo, &oacute;leo combust&iacute;vel, asfalto, alcatr&atilde;o, piche); verde-emblema: &aacute;gua, exceto a destinada a combater inc&ecirc;ndios; vermelho-seguran&ccedil;a: &aacute;gua e outras subst&acirc;ncias destinadas a combater inc&ecirc;ndios; lil&aacute;s: &aacute;lcalis (por exemplo, soda c&aacute;ustica).<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tDeve ser aplicada a tabela abaixo para as cores de identifica&ccedil;&atilde;o. &Eacute; permitida a aplica&ccedil;&atilde;o parcial da faixa de identifica&ccedil;&atilde;o, na face exposta, no caso de tubula&ccedil;&atilde;o encostada em parede ou em outro obst&aacute;culo. O uso de cores adicionais nas se&ccedil;&otilde;es extremas das faixas de identifica&ccedil;&atilde;o &eacute; indicado &agrave; vista da variedade de conte&uacute;do das tubula&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tAs faixas de identifica&ccedil;&atilde;o das tubula&ccedil;&otilde;es devem ter largura total de aproximadamente 40 cm. A faixa de identifica&ccedil;&atilde;o, quando usada, &eacute; dividida em tr&ecirc;s se&ccedil;&otilde;es, de forma que haja a rela&ccedil;&atilde;o de 2:1 entre a extens&atilde;o da se&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia, destinada &agrave; cor principal, e a das se&ccedil;&otilde;es externas, destinada &agrave;s cores adicionais. Sempre que necess&aacute;rio, indica&ccedil;&otilde;es que facilitem a identifica&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do devem ser apostas &agrave;s faixas.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tEstas indica&ccedil;&otilde;es devem ser escritas na cor preta, sobre as cores cujo numerador da fra&ccedil;&atilde;o do c&oacute;digo Munsell seja igual ou maior do que cinco, e na cor branca, quando menor que cinco. Caso seja utilizado o c&oacute;digo RAL, a identifica&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do da tubula&ccedil;&atilde;o deve ser realizada de forma an&aacute;loga ao c&oacute;digo Munsell.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tA disposi&ccedil;&atilde;o das faixas de identifica&ccedil;&atilde;o deve ser tal que torne poss&iacute;vel a identifica&ccedil;&atilde;o da tubula&ccedil;&atilde;o, sem, para isso, ser necess&aacute;rio que o observador a percorra. Quando a identifica&ccedil;&atilde;o for por meio de faixas, &eacute; obrigat&oacute;ria a sua exist&ecirc;ncia nos pontos em que haja possibilidade de desconex&atilde;o, nos pontos de inspe&ccedil;&atilde;o, junto a v&aacute;lvulas e em qualquer ponto onde seja importante assegurar a identifica&ccedil;&atilde;o, como nas proximidades de parede ou outro obst&aacute;culo atravessado pela tubula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tO fabricante de tinta que adotar as especifica&ccedil;&otilde;es desta norma deve comparar o produto fabricado com a especifica&ccedil;&atilde;o adotada, sob luz solar normal m&eacute;dia (aproximadamente 6 800 K). Nos casos de tubula&ccedil;&otilde;es de fluidos destinados ao combate a inc&ecirc;ndio, a pintura de identifica&ccedil;&atilde;o deve ser feita, obrigatoriamente, em toda a extens&atilde;o da tubula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tA tabela dispon&iacute;vel na norma pode ser aplicada aos reservat&oacute;rios de armazenagem de fluidos identificados por ret&acirc;ngulos, cuja maior dimens&atilde;o deve ser 1\/10 do di&acirc;metro e a menor dimens&atilde;o deve ser 1\/40 do di&acirc;metro, sendo dividida a maior dimens&atilde;o, quando necess&aacute;rio, em tr&ecirc;s se&ccedil;&otilde;es, como estabelecido em 4.2.2. Estes ret&acirc;ngulos devem ser colocados em posi&ccedil;&atilde;o que permita a sua observa&ccedil;&atilde;o a partir das v&aacute;lvulas.<\/p>\n<p style=\"margin: 16px 0px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5; color: rgb(102, 102, 102); letter-spacing: 0.8px;\">\n\t\tS&atilde;o admitidas pequenas varia&ccedil;&otilde;es nas tr&ecirc;s propriedades da cor (tonalidade ou hue; luminosidade ou value; satura&ccedil;&atilde;o ou chroma). As refer&ecirc;ncias da tabela destinam-se mais a evitar que se use, indiferentemente, qualquer uma das in&uacute;meras cores que correspondem a uma mesma denomina&ccedil;&atilde;o (vermelha, por exemplo), do que &agrave; necessidade de estabelecer um padr&atilde;o rigoroso, na pr&aacute;tica sem benef&iacute;cio ponder&aacute;vel &agrave; seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p>\t\t<strong><span style=\"color:#ff0000;\">Fonte, acessada em 05.12.2018:<\/span><\/strong>&nbsp;<a href=\"https:\/\/revistaadnormas.com.br\/2018\/12\/04\/a-incompatibilidade-quimica-dos-produtos-perigosos\/\"><strong><span style=\"color:#0000cd;\">https:\/\/revistaadnormas.com.br\/2018\/12\/04\/a-incompatibilidade-quimica-dos-produtos-perigosos\/<\/span><\/strong><\/a><br \/>\n\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 20px 0px 16px; padding: 0px; outline: none; line-height: 1.5;\">\n\t\t&nbsp;<\/p>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>https:\/\/sinditestrs.org.br\/admin\/noticias\/imgs\/sinditestrs_news-b1286e7de604a00f11d2e0cfa8e94154.jpg<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/907"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=907"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/907\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1386,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/907\/revisions\/1386"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=907"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=907"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=907"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}