{"id":365,"date":"2014-07-08T21:34:00","date_gmt":"2014-07-09T00:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/index.php\/2014\/07\/08\/brasil-e-o-quarto-pais-do-mundo-em-acidente-trabalho\/"},"modified":"2014-07-08T21:34:00","modified_gmt":"2014-07-09T00:34:00","slug":"brasil-e-o-quarto-pais-do-mundo-em-acidente-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/brasil-e-o-quarto-pais-do-mundo-em-acidente-trabalho\/","title":{"rendered":"Brasil e o quarto Pais do mundo em acidente trabalho"},"content":{"rendered":"<h1 id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9286\" style=\"margin: 0.67em 0cm; padding: 0px; font-size: 24pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\tBrasil &eacute; o quarto pa&iacute;s do mundo em n&uacute;mero de acidentes fatais no trabalho<\/h1>\n<h2 id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9290\" style=\"margin: 0.83em 0cm; padding: 0px; font-size: 18pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\tRepresentante do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de diz que as principais causas s&atilde;o a banaliza&ccedil;&atilde;o das ocorr&ecirc;ncias e a falta de pol&iacute;tica de preven&ccedil;&atilde;o<\/h2>\n<p class=\"yiv9772332859MsoNormal\" id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9293\" style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\t<a href=\"https:\/\/revista.rbspenseempregos.com.br\/imagesrc\/16677553.jpg?w=732\" id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9292\" rel=\"nofollow noopener\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; color: purple; outline: none; background: rgba(0, 0, 0, 0);\" target=\"_blank\" title=\"&quot;Elza Fi\u00faza\/ABr&quot; \"><span id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9291\" style=\"text-decoration: none;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Elza Fi\u00faza\/ABr\" border=\"0\" height=\"320\" id=\"yiv9772332859Imagem_x0020_3\" src=\"https:\/\/us-mg4.mail.yahoo.com\/ya\/download?mid=2%5f0%5f0%5f1%5f449199%5fAOl2w0MAABBKU7vdBgAAABwf4T8&amp;pid=2&amp;fid=Inbox&amp;inline=1&amp;appid=yahoomail\" style=\"border: 0px;\" width=\"642\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p class=\"yiv9772332859MsoNormal\" id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9510\" style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p class=\"yiv9772332859MsoNormal\" style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\tTrabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o civil est&atilde;o entre os grupos mais vulner&aacute;veis para acidentes de trabalho<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\tO coordenador-geral de Sa&uacute;de do Trabalhador do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Jorge Mesquita, informou que o Brasil &eacute; o quarto pa&iacute;s do mundo em n&uacute;mero de acidentes fatais no trabalhos. Em audi&ecirc;ncia na Comiss&atilde;o de Seguridade Social e Fam&iacute;lia da C&acirc;mara dos Deputados, ele disse que as principais causas dos acidentes s&atilde;o a banaliza&ccedil;&atilde;o das ocorr&ecirc;ncias e a falta de pol&iacute;tica de preven&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\tDe acordo com Mesquita, os grupos mais vulner&aacute;veis s&atilde;o: motoristas, agentes de seguran&ccedil;a, trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o civil e trabalhadores rurais. Ele apresentou dados do Dieese, segundo os quais os riscos de um empregado terceirizado morrer de acidente de trabalho &eacute; 5,5 vezes maior do que nos demais segmentos produtivos.<\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9508\" style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\tO presidente da Comiss&atilde;o de Seguridade, deputado Amauri Texeira (PT-BA), salientou que na quarta-feira, dia 2 de julho de 2014, o Plen&aacute;rio aprovou o aumento da jornada de motoristas profissionais, o que pode gerar ainda mais acidentes entre caminhoneiros. &quot;Isso &eacute; extremamente nefasto. Vou pedir que a presidente Dilma Rousseff vete esse dispositivo&quot;, destacou.<\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9509\" style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\t<span style=\"font-weight: 700;\">Impacto social<\/span><br \/>\n\tConforme o representante do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 10% do PIB s&atilde;o gastos em acidentes de trabalho nos pa&iacute;ses em desenvolvimento. Ele ressaltou o impacto social dos acidentes. Segundo ele, muitos trabalhadores que sofrem acidentes fatais s&atilde;o &ldquo;arrimos de fam&iacute;lia&rdquo;, e h&aacute; uma desestrutura&ccedil;&atilde;o familiar ap&oacute;s os acidentes.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\tPor&eacute;m, na vis&atilde;o dele, mais do que os acidentes de trabalho, preocupam as doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho. Ele citou dados da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT) que mostram que 2 milh&otilde;es de pessoas no mundo morrem por ano devido a doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho, enquanto cerca de 321 mil morrem por conta de acidentes de trabalho.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\t<span style=\"font-weight: 700;\">Discord&acirc;ncia<\/span><br \/>\n\tO coordenador-geral de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o do Departamento de Seguran&ccedil;a e Sa&uacute;de do Trabalho do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego, Fernando Vasconcelos, contestou o dado do Minist&eacute;rio da Previd&ecirc;ncia, de que o Brasil &eacute; o quarto pa&iacute;s em acidentes fatais no mundo. Ele disse que o n&uacute;mero &eacute; alto, mas que n&atilde;o existem dados mostrando a compara&ccedil;&atilde;o com outros pa&iacute;ses.<\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9550\" style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\t<span style=\"font-weight: 700;\">Poucos fiscais<\/span><br \/>\n\tUm ponto destacado por Vasconcelos foi o baixo n&uacute;mero de auditores do trabalho no Brasil para fiscalizar as condi&ccedil;&otilde;es trabalhistas. Segundo ele, no ano de fim da ditadura, 1984, existiam menos de 1,5 mil auditores do trabalho e hoje s&atilde;o menos de 3 mil.&nbsp;<br \/>\n\tO coordenador-geral ainda acrescenta que, entre 2010 e 2013, 41,9 mil empresas foram fiscalizadas, incluindo fiscaliza&ccedil;&atilde;o da jornada, das condi&ccedil;&otilde;es de alojamento e da terceiriza&ccedil;&atilde;o il&iacute;cita.<\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9551\" style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\tEm 2014, a fiscaliza&ccedil;&atilde;o atingiu 111 empresas at&eacute; agora no RS.<\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_1_1404865465404_9552\" style=\"margin: 0px 0cm; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;\">\n\tDiante do baixo n&uacute;mero de auditores, o minist&eacute;rio tem estabelecido prioridades na fiscaliza&ccedil;&atilde;o. As prioridades s&atilde;o a fiscaliza&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria mineral; da &aacute;rea de transportes e dos Correios; do segmento de constru&ccedil;&atilde;o; da ind&uacute;stria de madeira e papel; e da &aacute;rea da agricultura. &ldquo;A ideia &eacute; ampliar tamb&eacute;m a fiscaliza&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de telemarketing e de frigor&iacute;ficos&rdquo;, acrescentou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil &eacute; o quarto pa&iacute;s do mundo em n&uacute;mero de acidentes fatais no trabalho Representante<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/365"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=365"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/365\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=365"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=365"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=365"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}