{"id":346,"date":"2014-05-25T21:24:00","date_gmt":"2014-05-26T00:24:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/index.php\/2014\/05\/25\/acidente-trabalho-reduzem-no-rs-e-no-brasil\/"},"modified":"2014-05-25T21:24:00","modified_gmt":"2014-05-26T00:24:00","slug":"acidente-trabalho-reduzem-no-rs-e-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/acidente-trabalho-reduzem-no-rs-e-no-brasil\/","title":{"rendered":"Acidente trabalho reduzem  no RS e no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><strong>Acidentes de trabalho reduzem no RS e no Brasil, mas em ritmo lento<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm 2012, queda no n&uacute;mero total de acidentes foi de 5% no Rio Grande do Sul e 2% no<br \/>\n<strong>Cadu Caldas<\/strong><br \/>\n<a href=\"mailto:cadu.caldas@zerohora.com.br\" title=\"cadu.caldas@zerohora.com.br\">cadu.caldas@zerohora.com.br<\/a><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOs frigor&iacute;ficos foram os ambientes mais perigosos para se trabalhar no Rio Grande do Sul em 2013, aponta a Superintend&ecirc;ncia Regional do Trabalho.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNesses locais ocorreu o maior n&uacute;mero de acidentes de trabalho, que v&ecirc;m diminuindo no pa&iacute;s e no Estado, mas em ritmo mais lento do que o adequado.<br \/>\nEm 2012, &uacute;ltimo ano com dados dispon&iacute;veis, a queda no n&uacute;mero total de acidentes foi de 5% no Rio Grande do Sul e 2% no Brasil. Em&nbsp; casos fatais, a situa&ccedil;&atilde;o se inverte: o recuo brasileiro &eacute; de 7%, enquanto no Estado foi mais t&iacute;mido, de 3%, um dado que preocupa neste Dia Nacional em Mem&oacute;ria das V&iacute;timas de Acidentes e Doen&ccedil;as do Trabalho.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEntre 2011 e 2012, a taxa de letalidade &mdash; n&uacute;mero de mortes por mil acidentes&nbsp;&mdash; confirma a situa&ccedil;&atilde;o inquietante: enquanto no pa&iacute;s recuou de 4,08 para 3,87, no Rio Grande do Sul passou de 3 para 3,02.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara o juiz do Trabalho Antonio Colussi, a queda &eacute; importante, mas ainda &eacute; lenta diante de indicadores de pa&iacute;ses desenvolvidos. Apesar de a metodologia para c&aacute;lculo de acidentes variar conforme a na&ccedil;&atilde;o, Colussi afirma que o Brasil tem muito a avan&ccedil;ar na cultura de preven&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n&mdash; Ainda &eacute; comum a ideia de que o empregado &eacute; descuidado e desleixado e, por isso, &eacute; culpado do acidente. Empresas tamb&eacute;m t&ecirc;m responsabilidade. Redu&ccedil;&atilde;o maior passa por mais&nbsp; fiscaliza&ccedil;&atilde;o &mdash; sustenta.<br \/>\nComo um sintoma de que no Estado os trabalhadores mais afetados por acidentes e doen&ccedil;as de trabalho s&atilde;o os que atuam em frigor&iacute;ficos, na semana passada uma unidade de abate de frangos e su&iacute;nos de Lajeado teve interdi&ccedil;&atilde;o parcial por n&atilde;o respeitar pausas no trabalho, n&atilde;o utilizar planilha de controle e descontar a ida ao banheiro do tempo de descanso.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm fevereiro, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT) havia interditado m&aacute;quinas de embutir &mdash; para salsichas &mdash; em Montenegro porque os empregados corriam risco de amputa&ccedil;&atilde;o e esmagamento de membros superiores e choques el&eacute;tricos. M&aacute;quinas de empacotamento em outra unidade de Passo Fundo tamb&eacute;m foram paradas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&mdash; Mais fiscaliza&ccedil;&atilde;o no setor ajuda frigor&iacute;ficos a aparecer em primeiro lugar &mdash; afirma Guilherme Candemil, superintendente do Trabalho substituto.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acidentes de trabalho reduzem no RS e no Brasil, mas em ritmo lento &nbsp; Em<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=346"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=346"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=346"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=346"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}