{"id":23,"date":"2012-11-12T21:57:00","date_gmt":"2012-11-12T23:57:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/index.php\/2012\/11\/12\/consulta-publica-nr15\/"},"modified":"2012-11-12T21:57:00","modified_gmt":"2012-11-12T23:57:00","slug":"consulta-publica-nr15","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/consulta-publica-nr15\/","title":{"rendered":"Consulta publica NR15"},"content":{"rendered":"<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>MINIST&Eacute;RIO DO TRABALHO E EMPREGO<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>SECRETARIA DE INSPE&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>DEPARTAMENTO DE SEGURAN&Ccedil;A E SA&Uacute;DE NO TRABALHO<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\tTrata-se de proposta de texto para altera&ccedil;&atilde;o da Norma Regulamentadora n.&ordm; 15 (Atividades e Opera&ccedil;&otilde;es Insalubres) divulgada para Consulta P&uacute;blica pela <a href=\"https:\/\/portal.mte.gov.br\/data\/files\/8A7C816A38CF493C013972D54C712436\/Portaria%20n.%C2%BA%20332%20(NR-15%20para%20Consulta%20P%C3%BAlblica).pdf\">Portaria SIT n.&ordm; 332, de 28\/08\/2012<\/a> para coleta de sugest&otilde;es da sociedade, em conformidade com a <a href=\"https:\/\/www.mte.gov.br\/legislacao\/portarias\/2003\/p_20031002_1127.asp\">Portaria MTE n.&ordm; 1.127, de 02 de outubro de 2003<\/a>.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\tEm virtude da publica&ccedil;&atilde;o da <a href=\"https:\/\/portal.mte.gov.br\/data\/files\/8A7C812D39E4F4B1013ABBD5AADC0E9F\/Portaria%20n.%C2%BA%20339%20(Prorroga%20CP%20NR-15).pdf\">Portaria SIT n.&ordm; 339, de 31 de outubro de 2012<\/a>, as sugest&otilde;es podem ser encaminhadas ao Departamento de Seguran&ccedil;a e Sa&uacute;de no Trabalho &#8211; DSST, <strong><u>at&eacute; o dia 31 de dezembro de 2012<\/u><\/strong>, das seguintes formas:<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\">\n\ta)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; via e-mail:<\/p>\n<p style=\"margin-left:34.9pt;\">\n\t<a href=\"mailto:normatizacao.sit@mte.gov.br\">normatizacao.sit@mte.gov.br<\/a><\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\">\n\tb)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; via correio:<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\">\n\tMINIST&Eacute;RIO DO TRABALHO E EMPREGO<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\">\n\tDepartamento de Seguran&ccedil;a e Sa&uacute;de no Trabalho &#8211; DSST<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\">\n\tCoordena&ccedil;&atilde;o-Geral de Normatiza&ccedil;&atilde;o e Programas &#8211; CGNOR<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\">\n\tEsplanada dos Minist&eacute;rios &#8211; Bloco &ldquo;F&rdquo; &#8211; Anexo &ldquo;B&rdquo; &#8211; 1&ordm; Andar &#8211; Sala 107 &#8211; CEP 70059-900 &#8211; Bras&iacute;lia &#8211; DF<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>NR-15<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>DIRETRIZES E CRIT&Eacute;RIOS PARA CARACTERIZA&Ccedil;&Atilde;O E CONTROLE DE RISCOS &Agrave; SA&Uacute;DE DEVIDO &Agrave; EXPOSI&Ccedil;&Atilde;O A AGENTES NOCIVOS<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong><em>(Proposta de Texto)<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<strong>15.1 Objetivos<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.1.1 Este regulamento e seus respectivos anexos definem diretrizes e crit&eacute;rios para a caracteriza&ccedil;&atilde;o e controle dos riscos visando &agrave; preven&ccedil;&atilde;o de danos ou agravos &agrave; sa&uacute;de dos trabalhadores.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.1.2 Estabelece Valores de Refer&ecirc;ncia de Exposi&ccedil;&atilde;o Ocupacional &ndash; VRO a serem utilizados como um dos indicadores na avalia&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o dos riscos e, subsidiariamente, para caracteriza&ccedil;&atilde;o de condi&ccedil;&otilde;es de trabalho insalubres com a finalidade de pagamento de adicionais de remunera&ccedil;&atilde;o, na forma da lei.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.1.2.1 Os Valores de Refer&ecirc;ncia Ocupacional (VRO) equivalem aos Limites de Toler&acirc;ncia (LT) previstos no Cap&iacute;tulo V, T&iacute;tulo II da CLT e demais regulamentos deste Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<strong>15.2 Responsabilidades<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.2.1 O empregador deve adotar todos os meios t&eacute;cnicos, organizacionais e administrativos para identificar, avaliar, eliminar ou reduzir os riscos gerados pelas atividades e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho de forma a prevenir efeitos adversos &agrave; sa&uacute;de dos trabalhadores.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.2.1.1 Os empregadores devem garantir o controle dos riscos &agrave; sa&uacute;de ainda na fase de projeto e sempre que ocorrerem modifica&ccedil;&otilde;es nas instala&ccedil;&otilde;es ou atividades.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.2.1.2 A responsabilidade &eacute; solid&aacute;ria entre contratantes e contratados quanto ao cumprimento deste regulamento.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.2.2 Na aplica&ccedil;&atilde;o deste regulamento, o empregador deve assegurar que os trabalhadores e suas representa&ccedil;&otilde;es possam apresentar propostas e acompanhar as a&ccedil;&otilde;es descritas no item 15.2.1 e subitens.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<strong>15.3 Crit&eacute;rios para preven&ccedil;&atilde;o de riscos &agrave; sa&uacute;de<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.3.1 O VRO deve ser utilizado como um dos indicadores para avalia&ccedil;&atilde;o e controle de riscos &agrave; sa&uacute;de dos trabalhadores e seu uso implica obrigat&oacute;ria considera&ccedil;&atilde;o de suas limita&ccedil;&otilde;es conceituais intr&iacute;nsecas.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.3.1.1 O fato de um determinado agente n&atilde;o possuir um VRO estabelecido n&atilde;o implica aus&ecirc;ncia de riscos &agrave; sa&uacute;de dos expostos.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.3.2 &Eacute; obrigat&oacute;ria a realiza&ccedil;&atilde;o de uma an&aacute;lise preliminar dos riscos &agrave; sa&uacute;de dos trabalhadores para subsidiar a tomada de decis&atilde;o para implanta&ccedil;&atilde;o de medidas de controle.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.3.2.1 As medidas de controle mencionadas no item 15.3.2 devem ser adotadas de acordo com os seguintes crit&eacute;rios:<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\ta)&nbsp;&nbsp;&nbsp; devem ser adotadas imediatas medidas de controle quando a an&aacute;lise preliminar, realizada com base na exposi&ccedil;&atilde;o observada e nas informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, indicar risco evidente ou significativo &agrave; sa&uacute;de;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tb)&nbsp;&nbsp;&nbsp; devem ser realizados estudos mais aprofundados ou complexos que podem incluir a avalia&ccedil;&atilde;o quantitativa, quando a an&aacute;lise preliminar, com base na exposi&ccedil;&atilde;o observada e nas informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, n&atilde;o for suficiente para permitir uma decis&atilde;o;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tc)&nbsp;&nbsp;&nbsp; devem ser adotadas medidas de controle quando os resultados das avalia&ccedil;&otilde;es quantitativas ou a an&aacute;lise de outros indicadores, como dados epidemiol&oacute;gicos ou nexo causal entre danos &agrave; sa&uacute;de e o trabalho, demonstrarem risco significativo &agrave; sa&uacute;de.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.3.3 Os empregadores devem dar in&iacute;cio &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o de medidas de preven&ccedil;&atilde;o sempre que o resultado da avalia&ccedil;&atilde;o quantitativa ultrapassar os n&iacute;veis de a&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<strong>15.4 Caracteriza&ccedil;&atilde;o da insalubridade<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.1 S&atilde;o consideradas atividades ou opera&ccedil;&otilde;es insalubres aquelas que, por sua natureza, condi&ccedil;&otilde;es e m&eacute;todos de trabalho, exp&otilde;em os trabalhadores a agentes nocivos &agrave; sa&uacute;de em concentra&ccedil;&otilde;es ou intensidades acima dos VRO ou para situa&ccedil;&otilde;es de trabalho espec&iacute;ficas apontadas nos anexos deste regulamento.&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.2 O exerc&iacute;cio de trabalho em condi&ccedil;&otilde;es insalubres assegura ao trabalhador a percep&ccedil;&atilde;o de adicional, incidente sobre a base de c&aacute;lculo legal, equivalente a:<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\ta)&nbsp;&nbsp;&nbsp; 40% (quarenta por cento), para insalubridade de grau m&aacute;ximo;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tb)&nbsp;&nbsp;&nbsp; 20% (vinte por cento), para insalubridade de grau m&eacute;dio;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tc)&nbsp;&nbsp;&nbsp; 10% (dez por cento), para insalubridade de grau m&iacute;nimo.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.3 Os graus de insalubridade, conforme as exposi&ccedil;&otilde;es aos diversos agentes est&atilde;o classificados nos respectivos anexos deste Regulamento.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.4 A caracteriza&ccedil;&atilde;o da condi&ccedil;&atilde;o de trabalho insalubre deve ser registrada em laudo t&eacute;cnico, elaborado por M&eacute;dico do Trabalho ou Engenheiro de Seguran&ccedil;a do Trabalho, devendo ficar &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da fiscaliza&ccedil;&atilde;o e dos trabalhadores.&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.5 Comprovada a insalubridade, o empregador deve adotar medidas para a elimina&ccedil;&atilde;o ou redu&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o, atendendo ao estabelecido nos anexos deste Regulamento e nas demais Normas Regulamentadoras do MTE.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.6 O trabalho executado em condi&ccedil;&otilde;es insalubres, ainda que em car&aacute;ter intermitente, n&atilde;o afasta, por essa circunst&acirc;ncia, o direito &agrave; percep&ccedil;&atilde;o do respectivo adicional.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.7 O eventual pagamento dos adicionais de insalubridade n&atilde;o esgota o dever dos empregadores em controlar os riscos a que est&atilde;o submetidos os trabalhadores.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.8 O direito ao adicional cessar&aacute; por meio da ado&ccedil;&atilde;o de medidas de controle dos riscos de car&aacute;ter coletivo e organizacional, que garantam n&iacute;veis de exposi&ccedil;&atilde;o abaixo dos VRO ou atendimento dos crit&eacute;rios determinados nos anexos deste Regulamento.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.9 A efetividade das medidas de controle deve ser devidamente comprovada.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.10 A utiliza&ccedil;&atilde;o de EPI deve ocorrer quando comprovado pelo empregador a inviabilidade t&eacute;cnica da ado&ccedil;&atilde;o de medidas de prote&ccedil;&atilde;o coletiva ou quando estas n&atilde;o forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implanta&ccedil;&atilde;o, ou ainda em car&aacute;ter complementar ou emergencial.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.10.1 O uso de EPI como medida para justificar a neutraliza&ccedil;&atilde;o do risco e a consequente cessa&ccedil;&atilde;o do pagamento do adicional de insalubridade deve ter car&aacute;ter transit&oacute;rio ou emergencial, ficando vinculada &agrave; comprova&ccedil;&atilde;o pelo empregador da redu&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o para valores abaixo dos VRO ou na forma especificada nos anexos deste Regulamento e demais normas do MTE e observado o subitem 15.4.10.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.10.2 A efic&aacute;cia dos EPI em neutralizar a condi&ccedil;&atilde;o insalubre deve considerar, al&eacute;m de sua adequa&ccedil;&atilde;o ao risco, o tempo e a forma de utiliza&ccedil;&atilde;o e o conforto do usu&aacute;rio.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t15.4.11 No exerc&iacute;cio de atividades em condi&ccedil;&otilde;es insalubres quaisquer prorroga&ccedil;&otilde;es da jornada de trabalho s&oacute; ser&atilde;o permitidas mediante autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via da autoridade regional competente em mat&eacute;ria de Seguran&ccedil;a e Sa&uacute;de no Trabalho.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<strong>15.5<\/strong> No processo de caracteriza&ccedil;&atilde;o da condi&ccedil;&atilde;o de trabalho insalubre deve ser considerada a situa&ccedil;&atilde;o de exposi&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea a mais de um agente, sendo poss&iacute;vel, caso comprovada, a majora&ccedil;&atilde;o da insalubridade para o grau m&aacute;ximo e sendo vedadas quaisquer prorroga&ccedil;&otilde;es da jornada de trabalho, independente de autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via da autoridade regional do MTE.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<strong>GLOSS&Aacute;RIO<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>Agente nocivo<\/u>: prejudicial, danoso ou lesivo &agrave; sa&uacute;de.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>An&aacute;lise preliminar dos riscos<\/u>: metodologia que deve contemplar, no m&iacute;nimo, as seguintes etapas:<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\ta)&nbsp;&nbsp;&nbsp; caracteriza&ccedil;&atilde;o da atividade (m&eacute;todos e processos de trabalho);<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tb)&nbsp;&nbsp;&nbsp; identifica&ccedil;&atilde;o de todos os agentes nocivos;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tc)&nbsp;&nbsp;&nbsp; determina&ccedil;&atilde;o das fontes, trajet&oacute;rias e meios de propaga&ccedil;&atilde;o dos agentes;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\td)&nbsp;&nbsp;&nbsp; descri&ccedil;&atilde;o das medidas de controle existentes;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\te)&nbsp;&nbsp;&nbsp; estabelecimento do perfil de exposi&ccedil;&atilde;o e n&uacute;mero de trabalhadores expostos;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tf)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; sistematiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis na empresa acerca de efeitos &agrave; sa&uacute;de que possam ter rela&ccedil;&atilde;o com o trabalho;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tg)&nbsp;&nbsp;&nbsp; consulta aos trabalhadores acerca de queixas, impress&otilde;es, sugest&otilde;es acerca do seu trabalho;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\th)&nbsp;&nbsp;&nbsp; levantamento de informa&ccedil;&otilde;es acerca dos potenciais danos e agravos &agrave; sa&uacute;de relacionados aos riscos identificados, dispon&iacute;veis na literatura t&eacute;cnica.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>Controle<\/u>: processo, pol&iacute;tica, dispositivo, pr&aacute;tica ou outras a&ccedil;&otilde;es que eliminem ou reduzam o risco.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>Efetividade das medidas de controle<\/u>: capacidade das medidas de controle manterem a redu&ccedil;&atilde;o do risco nos n&iacute;veis exigidos.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>Exposi&ccedil;&atilde;o ocupacional<\/u>: exposi&ccedil;&atilde;o a condi&ccedil;&otilde;es ou a agentes presentes no ambiente de trabalho que possam causar danos &agrave; sa&uacute;de do trabalhador.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>Exposi&ccedil;&atilde;o intermitente<\/u>: a que &eacute; prevista de forma n&atilde;o cont&iacute;nua, c&iacute;clica, que se d&aacute; pelas exposi&ccedil;&otilde;es rotineiras do trabalhador aos agentes nocivos.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>N&iacute;vel de A&ccedil;&atilde;o<\/u>: n&iacute;vel acima do qual devem ser iniciadas a&ccedil;&otilde;es preventivas, conforme definido nos respectivos anexos deste Regulamento.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>Medidas de preven&ccedil;&atilde;o<\/u>: conjunto de medidas planejadas e implantadas para o controle dos riscos de acordo com a sua valora&ccedil;&atilde;o, em todas as atividades da empresa que envolva exposi&ccedil;&atilde;o a agentes nocivos que necessitam ser eliminados ou minimizados.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>Riscos evidentes &agrave; sa&uacute;de<\/u>: riscos facilmente identificados como nocivos nas condi&ccedil;&otilde;es de exposi&ccedil;&atilde;o, sem necessidade de efetuar abordagens mais complexas ou avalia&ccedil;&otilde;es quantitativas.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>Riscos significativos<\/u>: riscos identificados por seu potencial nocivo &agrave; sa&uacute;de, podendo ou n&atilde;o ser evidente, por exemplo, subst&acirc;ncias carcinog&ecirc;nicas.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<u>Valor de Refer&ecirc;ncia de Exposi&ccedil;&atilde;o Ocupacional &#8211; VRO<\/u>: concentra&ccedil;&atilde;o ou intensidade, relacionada com a natureza e o tempo de exposi&ccedil;&atilde;o ao agente nocivo, para o qual n&atilde;o existem indicativos de ocorr&ecirc;ncia de efeitos adversos &agrave; sa&uacute;de para a grande maioria dos trabalhadores expostos em seus locais de trabalho. A sua utiliza&ccedil;&atilde;o deve considerar, no m&iacute;nimo, as seguintes limita&ccedil;&otilde;es intr&iacute;nsecas:<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\ta)&nbsp;&nbsp;&nbsp; n&atilde;o deve ser utilizado como par&acirc;metro &uacute;nico para decis&otilde;es quanto a exposi&ccedil;&otilde;es seguras ou perigosas &agrave; sa&uacute;de e quanto a aceitabilidade das situa&ccedil;&otilde;es de risco aos trabalhadores;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tb)&nbsp;&nbsp;&nbsp; n&atilde;o garante a preven&ccedil;&atilde;o de efeitos adversos a sa&uacute;de de todos os expostos em decorr&ecirc;ncia de susceptibilidades individuais;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tc)&nbsp;&nbsp;&nbsp; n&atilde;o garante a preven&ccedil;&atilde;o de efeitos adversos a sa&uacute;de para tempos de exposi&ccedil;&otilde;es que extrapolem os previstos em sua defini&ccedil;&atilde;o e\/ou em atividades que aumentem a demanda cardiopulmonar dos trabalhadores;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\td)&nbsp;&nbsp;&nbsp; n&atilde;o considera todos os poss&iacute;veis efeitos &agrave; sa&uacute;de dos trabalhadores;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\te)&nbsp;&nbsp;&nbsp; em geral n&atilde;o considera a exposi&ccedil;&atilde;o concomitante a m&uacute;ltiplos agentes e poss&iacute;veis efeitos sin&eacute;rgicos;<\/p>\n<p style=\"margin-left:17.0pt;\">\n\tf)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; mesmo quando dentro dos limites m&aacute;ximos de exposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ser utilizado isoladamente como elemento de contesta&ccedil;&atilde;o do nexo causal de agravo &agrave; sa&uacute;de com o trabalho.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>Observa&ccedil;&otilde;es Importantes<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t1. Conforme deliberado pela Comiss&atilde;o Tripartite Parit&aacute;ria Permanente &#8211; CTPP, este texto restringe-se a abranger somente o texto geral da NR.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t2. Os Anexos da NR ser&atilde;o tratados de forma id&ecirc;ntica posteriormente, ou seja, haver&aacute; uma proposta b&aacute;sica para cada anexo com respectivos e espec&iacute;ficos per&iacute;odos de consulta p&uacute;blica.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; MINIST&Eacute;RIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPE&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURAN&Ccedil;A E<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinditestrs.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}